Créditos no mercado de carbono vão servir para investir na floresta
A Câmara de Proença-a-Nova apresenta em Setembro um estudo em que demonstra que o concelho retira mais carbono da atmosfera do que aquele que produz, “contribuindo para a despoluição do planeta”, realça João Paulo Catarino, presidente da autarquia. O estudo denominado “Carbono Mais” está praticamente concluído e até o podíamos apresentar em Agosto, mas nesta altura do ano o País está parado e preferimos divulgá-lo em Setembro”, justifica João Paulo Catarino, presidente da autarquia.
“O que estamos a fazer é quantificar o carbono que é retirado da atmosfera na área do nosso concelho graças à floresta”, através do processo de fotossíntese e também “a quantidade de energia que é produzida por métodos renováveis”, nomeadamente, com energia éolica. Ao ser produzida sem recurso a combustíveis fósseis, contribui para a redução de emissões de gases de efeito de estufa, nomeadamente, derivados do carbono.
“No fim, fazemos as contas e mostramos com quantas toneladas o concelho de Proença-a-Nova contribui todos os anos para despoluir o País e o mundo”, realça o autarca.
Para além de demonstrar o contributo dado para o bem-estar global, a Câmara quer aproveitar o estudo para obter certificação ambiental, nomeadamente, como “concelho verde”, o que poderá trazer mais valias em termos turísticos. Pretendemos também vender no mercado próprio os créditos obtidos com as toneladas de carbono que sequestramos, “para investir depois as receitas obtidas na prevenção e vigilância da nossa floresta”, conclui o autarca – ver texto abaixo com o título “Floresta conta como crédito”.







Há estudos curiosos!
Tenho visto que a maioria dos produtos se aliam ao conceito verde, é um conceito que começa a vender, cada vez mais! Se bem que por vezes é bastante duvidoso…
Ao que parece há autarcas atentos e que não querem perder a oportunidade!
Sea Spirit
Julho 25, 2007