Energias Renováveis


Petróleo, Gás Natural e Carvão - Estatísticas Rápidas - Julho 2007

De acordo com os dados provisórios que seguidamente se apresentam, no período de 12 meses terminado em Julho de 2007, em comparação com o ano móvel homólogo anterior, o consumo dos principais combustíveis registou um decréscimo de 6,9%. Neste período, o consumo de gás natural diminuiu 4%, o consumo dos produtos derivados do petróleo baixou 6,5% e o consumo do carvão decresceu 11,6%.

No consumo dos combustíveis rodoviários, embora tendo baixado 1,9% relativamente ao período homólogo anterior, nota-se, no entanto, que o ritmo de decrescimento é inferior, mantendo a tendência que se vem registando ao longo do corrente ano. O consumo do gasóleo rodoviário teve, neste período, um decréscimo de 0,6%, enquanto que o consumo das gasolinas desceu 5,7% e o consumo de gás auto desceu 3,1%. Na evolução das gasolinas este período não trouxe nada de novo; a maior quebra ( 76% ) manteve-se na gasolina aditivada, enquanto que os consumos das gasolinas sem chumbo 95 e 98 decresceram, respectivamente, 2,1% e 20%.

Neste período, o consumo do gasóleo colorido destinado a aquecimento registou um decréscimo de 6,6% e o gasóleo colorido não destinado a aquecimento teve uma baixa no consumo de 4,5%.

O consumo de fuelóleo decresceu 26% neste período, devido sobretudo a uma menor utilização de fuelóleo para a produção de energia eléctrica ( -58,2% ). Em igual período, o consumo de fuelóleo no sector industrial baixou 5,5%.

O consumo de carvão para a produção de energia eléctrica baixou 14,2% relativamente ao ano móvel anterior, notando-se que ao longo deste ano este combustível tem vindo a ser cada vez menos utilizado com esta finalidade, à semelhança, aliás, do que acontece com o gás natural que neste mesmo período, e para idêntico objectivo, decresceu 14%.
A evolução da produção de energia eléctrica a partir das fontes de energia renováveis, e em especial da sua componente hídrica, explica este comportamento do fuelóleo, do carvão e do gás natural.

No sector industrial o consumo de gás natural aumentou 4%, enquanto que, a avaliar pela informação das vendas para as distribuidoras, o consumo deste combustível nos sectores doméstico e dos serviços terá crescido 6%, evoluções que reflectem estabilidade no comportamento destes indicadores.

As vendas a bancas de gasóleo diminuíram 10% relativamente ao ano móvel homólogo anterior, enquanto que as vendas a bancas de fuelóleo decresceram 3%.
No período em apreço, as vendas à aviação de JP1 aumentaram 6,1% e as vendas de JP8 aumentaram 2%.

Fonte: DGEG

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