Energias Renováveis


Governo licenciou 114 milhões de toneladas de CO2 em 3 anos

Foram atribuídas licenças de emissão de CO2 de 114 milhões de toneladas aos mais diversos sectores no período entre 2005 e 2007. Quanto à emissão destes gases, verificaram-se 101 milhões de toneladas.

Este foi assim o balanço do primeiro período do Comércio Europeu de Licenças de Emissão de Gases com Efeito Estufa (CELE), que constitui o primeiro instrumento intracomunitário de regulação das mesmas.

«A aplicação deste instrumento teve início em 2005, tendo o período 2005-2007, sido assumido pela Comissão Europeia como experimental e essencialmente de aprendizagem para o período sequente, 2008 a 2012, que coincide com o período de cumprimento do Protocolo de Quioto», adianta o Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional em comunicado, naquele que é o Dia Mundial do Ambiente.

Pasta e papel e metais ferrosos emitem menos CO2

As actividades abrangidas pelo regime do CELE incidem nos sectores da energia, produção e transformação de metais ferrosos, indústria mineral, instalações industriais de fabrico de pasta de papel e de papel e cartão, e incluem as instalações que ultrapassem os limiares de abrangência definidos pelo diploma do Comércio.

Desta forma, por sectores, foi a energia que mais gases emitiu (57 milhões de toneladas) no referidos três anos, mas também aquele a que foi atribuída a maior licença (55 milhões de toneladas). De seguida, está o sector de cimentos e cal responsável pela emissão de cerca 21 milhões de toneladas, a refinação com 9 milhões, a cogeração com 6 milhões, a cerâmica com 2,6 milhões, as empresas do vidro com 2 milhões de toneladas e as de instalação de combustão com 1,3 milhões.

Mais «bem comportados» são os sectores da pasta e papel e dos metais ferrosos, que emitiram «apenas» 942 mil e 692 mil toneladas de CO2, respectivamente.


1 Comentário até agora
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- será que teem soluçãoo para tudoo isso?
é ooq todoos perguntaam; maiis quaaaal?

poorq tudoo isso é tãoo prejudicador ?

Comentário por Liis Hellen




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