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	<title>Energias Renováveis &#187; Artigos, Estudos e Estatísticas</title>
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	<description>Blogue sobre energias renováveis</description>
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		<title>Energias Renováveis &#187; Artigos, Estudos e Estatísticas</title>
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		<title>Estudo: Biocombustíveis fazem aumentar emissões de CO2</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/10/23/estudo-biocombustiveis-fazem-aumentar-emissoes-de-co2/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Os biocombustíveis não são referenciados no Protocolo de Quioto ou em outros documentos legislativos sobre o clima, apesar de contribuírem para a emissão de gases com efeito de estufa ao encorajarem nomeadamente a desflorestação, segundo um novo estudo científico.
Nenhuma grande potência contabiliza actualmente as emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes do uso de culturas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=616&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Os biocombustíveis não são referenciados no Protocolo de Quioto ou em outros documentos legislativos sobre o clima, apesar de contribuírem para a emissão de gases com efeito de estufa ao encorajarem nomeadamente a desflorestação, segundo um novo estudo científico.</p>
<p style="text-align:justify;">Nenhuma grande potência contabiliza actualmente as emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes do uso de culturas associadas à produção de biocombustíveis, destinados a reduzir as emissões derivadas das energias fósseis, de acordo com um relatório de um grupo de investigadores, que será publicado amanhã na revista norte-americana Science.</p>
<p style="text-align:justify;">O Protocolo de Quioto, acordado em 1997 mas que entrou em vigor apenas em 2005, o mercado de direitos de emissão de carbono da União Europeia (UE) e o projecto-lei sobre o clima aprovado este Verão pela Câmara de Representantes norte-americana isentam as emissões de CO2 provenientes da produção de biocombustíveis e de biomassa, explica o mesmo estudo.</p>
<p style="text-align:justify;">O modelo informático utilizado pelos investigadores, que integra um conjunto de variáveis, mostra que &#8220;os diferentes modos de utilização de terras no âmbito dos programas intensivos para produzir biocombustíveis podem desencadear importantes emissões de CO2&#8243;, explica o principal autor do estudo, Jerry Melillo, do Laboratório Biológico e Marinho, um organismo de investigação privado sem fins lucrativos.</p>
<p><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&amp;id_news=417067&amp;page=0">Diário Digital</a></p>
<p><a href="http://www.scienceonline.org/cgi/content/abstract/1180251v1">ScienceOnline </a>(Abstract)</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=616&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
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		<title>Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas 2009</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/09/28/608/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 11:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas Rápidas Renováveis]]></category>

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		<description><![CDATA[O total da potência instalada renovável atingiu 8 817 MW, no final de Julho de 2009.
O aumento de potência, relativamente a Junho, verificou-se na potência instalada em biomassa, biogás e eólica.
A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, regista um acréscimo de 12% de Janeiro a Julho de 2009, relativamente a igual período [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=608&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O total da potência instalada renovável atingiu 8 817 MW, no final de Julho de 2009.</p>
<p>O aumento de potência, relativamente a Junho, verificou-se na potência instalada em biomassa, biogás e eólica.</p>
<p style="text-align:justify;">A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, regista um acréscimo de 12% de Janeiro a Julho de 2009, relativamente a igual período de 2008. Continua a   verificar- se uma desaceleração do crescimento, atendendo a que, em Julho e tal como se vem verificando desde Abril, a produção da sua componente hídrica foi inferior à verificada no mês homólogo do ano anterior (-38%).</p>
<p style="text-align:justify;">A produção eólica, de Janeiro a Julho de 2009, cresceu 20% relativamente a igual período de 2008. Em Julho a produção foi 54% superior à verificada no mês homólogo do ano anterior.</p>
<p style="text-align:justify;">Em Julho volta a registar-se um aumento significativo (19%) na potência instalada em biomassa sem cogeração, com a entrada em funcionamento de uma nova central.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/608/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=608&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Key World Energy Statistics 2008</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/08/03/key-world-energy-statistics-2008/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Energy Statistics 2008]]></category>

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		<description><![CDATA[
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=561&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><a href="http://www.iea.org/textbase/nppdf/free/2008/key_stats_2008.pdf"><img class="size-full wp-image-562 aligncenter" title="key2008_small" src="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2009/08/key2008_small.jpg?w=100&#038;h=145" alt="key2008_small" width="100" height="145" /></a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/561/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=561&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas- Setembro 2008</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/12/09/renovaveis-estatisticas-rapidas-setembro-2008/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/12/09/renovaveis-estatisticas-rapidas-setembro-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 11:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://energiasrenovaveis.wordpress.com/?p=499</guid>
		<description><![CDATA[O total da potência instalada renovável atingiu 8 031 MW, no final de Setembro de 2008.
aumento de potência, relativamente a Agosto, verificou-se na potência instalada eólica.
No 3º trimestre de 2008, contrariamente ao verificado no 2º trimestre, a produção total de energia eléctrica, a partir de FER, decresce relativamente a igual período do ano anterior (-5%), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=499&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O total da potência instalada renovável atingiu 8 031 MW, no final de Setembro de 2008.<br />
aumento de potência, relativamente a Agosto, verificou-se na potência instalada eólica.</p>
<p style="text-align:justify;">No 3º trimestre de 2008, contrariamente ao verificado no 2º trimestre, a produção total de energia eléctrica, a partir de FER, decresce relativamente a igual período do ano anterior (-5%), como consequência do decréscimo verificado na produção hídrica (-16%).<br />
Destacam-se, neste período, as descidas na produção das bacias do Lima (-39%),<br />
Douro (-35%), Mondego (-34%) e Tejo (-24%), registando-se uma subida na produção da bacia do Cávado (+45%).</p>
<p style="text-align:justify;">A produção eólica, no 3º trimestre de 2008, cresceu 9% relativamente a igual período de 2007. Em Setembro a produção foi apenas 1% superior à registada no mês homólogo do ano anterior, o que permite concluir ter sido este um mês muito pouco ventoso. Assim, por esta razão, de Agosto para Setembro a produção decresce, de acordo com a sazonalidade, mas mais acentuadamente do que seria de esperar.</p>
<p style="text-align:justify;">Estatísticas Rápidas Renováveis &#8211; Setembro 2008</p>
<p><a href="http://www.dgge.pt/">DGEG</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/499/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=499&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas &#8211; Agosto 2008</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/10/28/renovaveis-estatisticas-rapidas-agosto-2008/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 14:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas Energias Renováveis em Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[O total da potência instalada renovável atingiu 7 984 MW, no final de Agosto de 2008.
O aumento de potência, relativamente a Julho, verificou-se na potência instalada eólica.
A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, continua a decrescer em Agosto, seguindo o comportamento da sua componente hídrica. Entre Janeiro e Agosto de 2008 a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=483&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O total da potência instalada renovável atingiu 7 984 MW, no final de Agosto de 2008.<br />
O aumento de potência, relativamente a Julho, verificou-se na potência instalada eólica.</p>
<p style="text-align:justify;">A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, continua a decrescer em Agosto, seguindo o comportamento da sua componente hídrica. Entre Janeiro e Agosto de 2008 a produção decresceu 16% relativamente a igual período de 2007, tendo-se registado para a produção hídrica um decréscimo de 36%.<br />
Salientam-se, neste período, as descidas na produção das bacias do Lima (-76%), Tejo (51%),<br />
Douro (-40%) e Cávado (-34%).</p>
<p style="text-align:justify;">A produção eólica, de Janeiro a Agosto de 2008, cresceu 34% relativamente a igual período de 2007. Em Agosto a produção foi 17% superior à registada no mês homólogo do ano anterior.<br />
A potência instalada eólica registou, neste mês, um aumento significativo, ultrapassando os 100 MW.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2008/10/i007752.pdf">Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas &#8211; Agosto 2008 (PDF)</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/483/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=483&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas &#8211; Julho 2008</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/09/30/renovaveis-estatisticas-rapidas-julho-2008/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/09/30/renovaveis-estatisticas-rapidas-julho-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 21:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas Julho Renováveis]]></category>

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		<description><![CDATA[O total da potência instalada renovável atingiu 7 868 MW, no final de Julho de 2008.
O aumento de potência, relativamente a Junho, verificou-se na potência instalada eólica, minihídrica e fotovoltaica.
A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, contrariamente ao verificado nos três últimos meses, regista em Julho um decréscimo (-9%), relativamente ao mês [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=460&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O total da potência instalada renovável atingiu 7 868 MW, no final de Julho de 2008.<br />
O aumento de potência, relativamente a Junho, verificou-se na potência instalada eólica, minihídrica e fotovoltaica.</p>
<p style="text-align:justify;">A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, contrariamente ao verificado nos três últimos meses, regista em Julho um decréscimo (-9%), relativamente ao mês homólogo do ano anterior, como consequência do comportamento verificado na produção da sua componente hídrica, tendo-se registado decréscimos na produção das bacias do Lima (-50%), Tejo (-47%), Mondego (-40%) e Douro (-25%).</p>
<p style="text-align:justify;">A produção eólica, de Janeiro a Julho de 2008, cresceu 37% relativamente a igual período de 2007. Em Julho a produção foi 6% superior à registada no mês homólogo do ano anterior.<br />
De Junho para Julho a produção volta a crescer de acordo com a sazonalidade.</p>
<p><a href="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2008/09/i007710.pdf">Estatísticas Rápidas (PDF)</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dgge.pt/">DGEG</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/460/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=460&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas &#8211; Abril 2008</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/06/23/renovaveis-estatisticas-rapidas-abril-2008/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/06/23/renovaveis-estatisticas-rapidas-abril-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 22:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas Rápidas Renováveis]]></category>

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		<description><![CDATA[O total da potência instalada renovável atingiu 7 681 MW, no final de Abril de 2008.
O aumento de potência, relativamente a Março, verificou-se na potência instalada eólica e fotovoltaica.
A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, continua a decrescer, no período de Janeiro a Abril de 2008, relativamente a igual período de 2007, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=404&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O total da potência instalada renovável atingiu 7 681 MW, no final de Abril de 2008.<br />
O aumento de potência, relativamente a Março, verificou-se na potência instalada eólica e fotovoltaica.</p>
<p style="text-align:justify;">A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, continua a decrescer, no período de Janeiro a Abril de 2008, relativamente a igual período de 2007, agora de modo menos acentuado, atendendo a que no mês de Abril, contrariamente ao que se verificou nos três primeiros meses deste ano, a produção hídrica foi 18% superior à verificada no mês homólogo de 2007.</p>
<p style="text-align:justify;">A produção eólica, de Janeiro a Abril de 2008, cresceu 57% relativamente a igual período de 2007. Em Abril a produção foi 136% superior à registada no mês homólogo do ano anterior, verificando-se um decréscimo da produção entre Março e Abril de acordo com a sazonalidade, como pode verificar-se no gráfico D.2</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2008/06/i007587.pdf">Download Estatísticas</a> (PDF)</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/404/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=404&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Petróleo, Gás Natural e Carvão &#8211; Estatísticas Rápidas &#8211; Janeiro 2008</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/05/13/petroleo-gas-natural-e-carvao-estatisticas-rapidas-janeiro-2008/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/05/13/petroleo-gas-natural-e-carvao-estatisticas-rapidas-janeiro-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 May 2008 13:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Gás Natural e Carvão - Estatísticas Rápidas - Janei]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo por base os dados provisórios que se apresentam seguidamente e que incluem Janeiro 2008, efectuou-se uma análise ao comportamento do consumo dos principais combustíveis, tendo por base o ano móvel. Esta análise permite concluir que continua a haver um decréscimo global no consumo dos principais combustíveis, embora de forma menos acentuada do que se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=390&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Tendo por base os dados provisórios que se apresentam seguidamente e que incluem Janeiro 2008, efectuou-se uma análise ao comportamento do consumo dos principais combustíveis, tendo por base o ano móvel. Esta análise permite concluir que continua a haver um decréscimo global no consumo dos principais combustíveis, embora de forma menos acentuada do que se vinha a verificar nos meses anteriores.</p>
<p style="text-align:justify;">A evolução do consumo global dos vários combustíveis permite concluir que, no ano móvel em apreço, houve uma redução de 2,4% no consumo global dos combustíveis no mercado interno. Contudo, esta redução global não foi verificada para todos os combustíveis, uma vez que o consumo de gás natural cresceu 6,3%, enquanto que decresceu o consumo dos produtos derivados do petróleo em 2,6% e do carvão em 11,3%.</p>
<p><a href="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2008/05/i007489.pdf">Download Estatísticas (PDF)</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dgge.pt/default.aspx?cr=9748">DGEG</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/390/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=390&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas &#8211; Dezembro 2007</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/03/04/renovaveis-estatisticas-rapidas-dezembro-2007/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/03/04/renovaveis-estatisticas-rapidas-dezembro-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 12:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas Renováveis]]></category>

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		<description><![CDATA[O total da potência instalada renovável atingiu 7 409 MW, no final de Dezembro de 2007.
O aumento de potência, relativamente a Novembro, verificou-se na potência instalada eólica.
A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, cresceu, apenas, 1,6%, em 2007, relativamente a 2006, essencialmente devido ao comportamento registado no último trimestre do ano pela [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=354&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O total da potência instalada renovável atingiu 7 409 MW, no final de Dezembro de 2007.<br />
O aumento de potência, relativamente a Novembro, verificou-se na potência instalada eólica.</p>
<p>A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, cresceu, apenas, 1,6%, em 2007, relativamente a 2006, essencialmente devido ao comportamento registado no último trimestre do ano pela sua componente hídrica, verificando-se um decréscimo de 68%, relativamente ao trimestre homólogo do ano anterior, com 81% de quebra no mês de Dezembro. Destacam-se os decréscimos verificados nas bacias do Lima (-98%), Mondego (-96%), Tejo (-89%), Douro (-77%) e Cávado (-66%). </p>
<p>A produção eólica, em 2007, cresceu 38% relativamente a 2006. Em Dezembro, a produção continuou a evoluir de acordo com a sazonalidade, sendo 17% superior à registada no mês homólogo do ano anterior.</p>
<p>Salienta-se, ainda, a entrada em funcionamento, em 2007, de uma nova central fotovoltaica, aumentando significativamente a potência instalada nesta tecnologia.</p>
<p><a href='http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2008/03/i007373.pdf' title='i007373.pdf'>Download Estatísticas (DGGE)</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/354/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=354&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Enersis e Enernova lideram energia eólica em Portugal</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/02/13/enersis-e-enernova-lideram-energia-eolica-em-portugal/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/02/13/enersis-e-enernova-lideram-energia-eolica-em-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 15:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Eólica em Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[A Enersis liderava, em Dezembro, as quotas de mercado dos promotores de energia eólica que operam em território nacional, com uma fatia de 24,4 por cento e cerca de 525 MW de potência ligada. No segundo posto encontrava-se a Enernova, com 18,6 por cento e 400 MW de potência ligada. Os dados ao que o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=342&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">A Enersis liderava, em Dezembro, as quotas de mercado dos promotores de energia eólica que operam em território nacional, com uma fatia de 24,4 por cento e cerca de 525 MW de potência ligada. No segundo posto encontrava-se a Enernova, com 18,6 por cento e 400 MW de potência ligada. Os dados ao que o AmbienteOnline teve acesso constam de um relatório sobre parques eólicos elaborado pelo Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">No entanto, com os parques que estão neste momento em construção e os adjudicados, a empresa do grupo EDP ultrapassará a Enersis, com a ligação de quase mais 600 MW, o que lhe dará uma quota de mercado de 19,1 por cento.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Em terceiro lugar surge a Generg, com 16,7 por cento e cerca de 365 MW de potência ligada. A empresa tem em construção mais 325 MW. Por ordem decrescente estão colocadas a Electrabel (15,7 por cento), a Finerge (7 por cento), a Tecneira (4,1 por cento), a empresa Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho (3,7 por cento), a Energiekontor (2,6 por cento), a EDF en Portugal (2,4 por cento), a Iberdrola (2,4 por cento) e outros promotores não especificados (2,3 por cento).</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><a href="http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=6176">Portal Ambiente</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/342/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=342&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas &#8211; Outubro 2007</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/01/13/renovaveis-estatisticas-rapidas-outubro-2007/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/01/13/renovaveis-estatisticas-rapidas-outubro-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 18:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas Energias Renováveis em Portugal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/01/13/renovaveis-estatisticas-rapidas-outubro-2007/</guid>
		<description><![CDATA[O total da potência instalada renovável atingiu 7 366 MW, no final de Outubro  de 2007.
O aumento de potência, relativamente a Setembro, deveu-se à entrada em funcionamento de uma nova central a biogás.
A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, cresceu 30% de Janeiro a Outubro de 2007, relativamente a igual período [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=328&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O total da potência instalada renovável atingiu 7 366 MW, no final de Outubro  de 2007.<br />
O aumento de potência, relativamente a Setembro, deveu-se à entrada em funcionamento de uma nova central a biogás.</p>
<p>A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, cresceu 30% de Janeiro a Outubro de 2007, relativamente a igual período de 2006. Para a produção hídrica registou-se um crescimento de 31%, que resultou, essencialmente, do aumento de produção verificado nas bacias do Douro (+30%), Cávado (+30%) e Tejo (+24%). No entanto, Outubro foi, até agora, o único mês de 2007 em que se verificou um decréscimo na produção relativamente a igual mês do ano anterior (-32%).</p>
<p>A produção eólica, de Janeiro a Outubro de 2007, cresceu 46% relativamente a igual período de 2006. Em Outubro, contrariando a sazonalidade, a produção foi 32% inferior à registada no mês homólogo do ano anterior.</p>
<p><a href="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2008/01/i007271.pdf" title="i007271.pdf">Download (PDF)</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dgge.pt/">DGGE</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/328/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=328&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Ambiente: Etanol pode ser mais nocivo do que a gasolina</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2008/01/09/ambiente-etanol-pode-ser-mais-nocivo-do-que-a-gasolina/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 16:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Culturas Energéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Cana de Açucar]]></category>
		<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[William Laurance]]></category>

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		<description><![CDATA[
A utilização de etanol produzido a partir de cana-de-açúcar, soja e de milho pode ser mais nociva ao ambiente do que a gasolina, segundo um recente artigo de um investigador norte-americano.
William Laurance, do Instituto de Pesquisas Tropicais Smithsonian, com sede no Panamá, disse à Agência Lusa que o etanol produz um volume até 60 por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=323&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><a href="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2008/01/feb07_ethanol-s.jpg" title="feb07_ethanol-s.jpg"><img src="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2008/01/feb07_ethanol-s.jpg?w=409&#038;h=283" alt="feb07_ethanol-s.jpg" height="283" width="409" /></a></p>
<p align="justify">A utilização de etanol produzido a partir de cana-de-açúcar, soja e de milho pode ser mais nociva ao ambiente do que a gasolina, segundo um recente artigo de um investigador norte-americano.</p>
<p align="justify">William Laurance, do Instituto de Pesquisas Tropicais Smithsonian, com sede no Panamá, disse à Agência Lusa que o etanol produz um volume até 60 por cento menor de gases responsáveis pelo efeito estufa do que a gasolina, mas há outros parâmetros a ponderar.</p>
<p align="justify">«Se consideramos outros parâmetros ambientais, entretanto, como o uso de fertilizantes, a grande quantidade de água e a desflorestação de áreas para o plantio, os efeitos ambientais do etanol são muito maiores», disse o investigador.</p>
<p align="justify">«As pessoas precisam ficar atentas aos impactos negativos do etanol, até porque os interesses da indústria da cana-de-açúcar não são necessariamente os mesmos interesses da sociedade», afirmou.</p>
<p align="justify">O artigo, publicado numa recente edição da <a href="http://www.sciencemag.org/cgi/content/summary/319/5859/43">revista científica Science</a>, foi baseado num estudo divulgado no ano passado na Suíça.</p>
<p align="justify">Ao analisar 26 tipos de biocombustíveis produzidos actualmente, o estudo concluiu que 21 deles reduzem em mais de 30 por cento as emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa, na comparação com a gasolina.</p>
<p align="justify">Nos tipos analisados, doze foram considerados mais nocivos ao ambiente do que os combustíveis fósseis, entre eles o etanol de milho dos Estados Unidos e o de cana-de-açúcar do Brasil.</p>
<p align="justify">A lista dos biocombustíveis mais nocivos ao ambiente inclui ainda o biodiesel a partir de soja, produzido no Brasil, e o biodiesel a partir de palma, produzido na Malásia.</p>
<p align="justify">William Laurance salientou que a crescente produção de etanol de cana-de-açúcar e do biodiesel de soja tem ocupado grandes áreas agrícolas, o que reduz a produção de grãos e aumenta o preço dos alimentos.</p>
<p align="justify">«A produção de combustível, seja de soja ou de cana, também causa um aumento no custo dos alimentos, tanto de forma directa quanto indirecta», afirmou, referindo-se à subida do açúcar por causa da maior produção de etanol.</p>
<p align="justify">A procura de mais áreas para o plantio de cana-de-açúcar e de soja tem sido responsável pela desflorestação de matas nativas, como a Amazónia, a Mata Atlântica (ao longo do litoral) e o Cerrado (savana), na região Centro-Oeste do Brasil.</p>
<p align="justify">«A produção de cana-de-açúcar utiliza grande quantidade de água, isso sem falar na poluição dos rios e os fertilizantes que, após serem quebrados em óxido nitroso, também vão afectar a camada de ozono», afirmou.</p>
<p align="justify">O uso excessivo de fertilizantes é responsável pela maior parte dos gases do efeito estufa emitidos pela actividade agrícola em todo o mundo, com cerca de 2,1 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano.</p>
<p align="justify">O excesso de fertilizantes provoca a emissão de óxido nitroso (N2O), que é cerca de 300 vezes mais potente que o CO2 na mudança do clima, segundo um recente relatório da organização ambiental Greenpeace.</p>
<p align="justify">O contributo total da agricultura mundial para a mudança climática é estimado em algo entre 8,5 mil milhões e 16,5 mil milhões de toneladas de CO2, ou entre 17 por cento a 32 por cento das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa.</p>
<p align="justify">William Laurance salientou ainda que os produtores queimam as plantações para facilitar a colheita manual da cana-de-açúcar, o que produz grande quantidade de gases responsáveis pelo efeito estufa.</p>
<p align="justify">«É importante até mesmo para o futuro do etanol o desenvolvimento de novas tecnologias que garantam uma produção mais eficiente e mais limpa», afirmou.</p>
<p align="justify">O investigador norte-americano defendeu a mudança de estratégias na produção de biocombustíveis, com a criação de uma certificação internacional para evitar que sejam mais danosos ao ambiente do que a gasolina.</p>
<p align="justify">De acordo com Laurance, uma das questões que precisa rapidamente ser revista é a política de concessão de 11 mil milhões de dólares anuais de subsídios agrícolas aos produtores de milho, nos Estados Unidos.</p>
<p align="justify">Os subsídios estimulam a produção de etanol a partir do milho, como substituto da gasolina, eleva o preço do produto no mercado internacional, com graves consequências globais.</p>
<p align="justify">A elevação do preço internacional do milho estimula o aumento da produção no mundo e faz com que agricultores brasileiros, por exemplo, agravem as queimadas e a desflorestação da Amazónia.</p>
<p align="justify">«Incêndios na Amazónia e a desflorestação tem aumento nos últimos meses, nomeadamente nos estados com a maior produção de grãos e todo mundo atribuiu isso ao aumento do preço do milho, da soja e da carne bovina», afirmou.</p>
<p align="justify">«Estamos a viver um mundo complexo e muito intrigante. É preciso que as novas gerações estejam atentas e não sejam influenciadas pelos lobbies da indústria da cana-de-açúcar e dos produtores norte-americanos», disse.</p>
<p align="justify">Marcos Sawaya Jank, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), entidade que representa os produtores brasileiros, por seu turno, reconheceu os problemas ambientais do etanol, mas sublinhou que eles serão reduzidos no futuro.</p>
<p align="justify">Um dos problemas será solucionado com a eliminação total das queimadas das plantações de cana-de-açúcar até 2017, no Estado de São Paulo, um dos maiores produtores brasileiros de etanol.</p>
<p align="justify">«Vamos avançar no difícil processo de fazer a sociedade compreender que é possível produzir alimentos, bebidas, fibras, combustíveis e energia eléctrica a partir dos produtos agropecuários, de forma competitiva e sustentável», referiu.</p>
<p align="justify">A «agenda ambiental» dos produtores brasileiros inclui ainda acções na conservação do solo e dos recursos hídricos, protecção de matas ciliares, recuperação de nascentes, redução de emissões e cuidados no uso de defensivos agrícolas.</p>
<p align="justify">A meta é «transformar fumo e fuligem em luz», com a produção de energia eléctrica «limpa e totalmente renovável», de baixo impacto ambiental, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, sobra da produção de etanol.</p>
<p align="justify">A bioeletricidade produzida pelas fábricas de etanol espalhadas pelo país poderá suprir até 15 por cento do consumo de energia eléctrica do Brasil, salientou o presidente da UNICA.</p>
<p align="justify">A agenda ambiental do sector inclui igualmente licenciamentos e autorizações ambientais, uso racional da água, de fertilizantes e de novas variedades transgénicas, além da criação de um selo ambiental.</p>
<p align="justify">Um dos projectos da UNICA nos próximos meses será implantar estruturas de representação da indústria brasileira da cana-de-açúcar em Washington, Bruxelas e em alguma capital da Ásia, provavelmente Tóquio ou Pequim.«É inaceitável ver o mercado de combustíveis fósseis totalmente liberalizado e o de combustíveis renováveis ainda fortemente protegido», disse.</p>
<p align="justify"><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&amp;id_news=312833">Diário Digital </a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/323/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=323&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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		<title>Renováveis &#8211; Estatísticas Rápidas &#8211; Setembro 2007</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 12:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas Renováveis]]></category>

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		<description><![CDATA[O total da potência instalada renovável atingiu 7 365 MW, no final de Setembro de 2007.
O aumento de 81 MW, relativamente a Agosto, permitiu, tal como havíamos previsto, ultrapassar a barreira dos 2 000 MW na potência instalada eólica no final do 3º trimestre de 2007.
 A produção total de energia eléctrica, a partir de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=314&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O total da potência instalada renovável atingiu 7 365 MW, no final de Setembro de 2007.<br />
O aumento de 81 MW, relativamente a Agosto, permitiu, tal como havíamos previsto, ultrapassar a barreira dos 2 000 MW na potência instalada eólica no final do 3º trimestre de 2007.</p>
<p> A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, cresceu 39% de Janeiro a Setembro de 2007, relativamente a igual período de 2006. Para a produção hídrica verificou-se um crescimento de 41%, que resultou, essencialmente, do aumento de produção registado nas bacias do Douro (+57%), Cávado (+44%) e Tejo (+30%).</p>
<p>A produção eólica , de Janeiro a Setembro de 2007, cresceu 63% relativamente a igual período de 2006. Em Setembro a produção foi 37% superior à registada no mês homólogo do ano anterior. </p>
<p><a href='http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2007/12/i007236.pdf' title='i007236.pdf'>Download (PDF)</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dgge.pt/">DGGE</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/314/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=314&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Estudo diz que bioetanol a partir do milho é caro e desfavorável em termos de emissões</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2007/12/04/estudo-diz-que-bioetanol-a-partir-do-milho-e-caro-e-desfavoravel-em-termos-de-emissoes/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2007/12/04/estudo-diz-que-bioetanol-a-partir-do-milho-e-caro-e-desfavoravel-em-termos-de-emissoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 14:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Bioetanol]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>

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		<description><![CDATA[Substituir a gasolina por bioetanol produzido a partir do milho é uma solução cara e com impactos ambientais significativos devido às suas emissões, de acordo com um estudo liderado por um investigador do Instituto Superior Técnico (IST).
A &#8220;Análise Energética e Ambiental da Produção de Bioetanol a partir do Milho em Portugal&#8221; &#8211; da autoria de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=309&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">Substituir a gasolina por bioetanol produzido a partir do milho é uma solução cara e com impactos ambientais significativos devido às suas emissões, de acordo com um estudo liderado por um investigador do Instituto Superior Técnico (IST).</p>
<p align="justify">A &#8220;Análise Energética e Ambiental da Produção de Bioetanol a partir do Milho em Portugal&#8221; &#8211; da autoria de Tiago Domingos, Tatiana Valada e Ricardo Teixeira &#8211; mostra que o uso deste biocombustível pode ter um balanço negativo em termos de emissões de gases com efeito de estufa, comparativamente à gasolina, quando analisado num cenário que envolve a afectação de solo usado para pastagens.</p>
<p align="justify">O trabalho envolveu a análise do ciclo de vida do bioetanol produzido a partir do milho, a cultura actualmente mais viável em Portugal, desde o seu cultivo à utilização do combustível, em dois cenários diferentes.</p>
<p align="justify">&#8220;Fomos ver todos os impactes, incluindo o fabrico dos adubos e fertilizantes, processo de extracção do milho e transportes, para ver o que acontece até à queima do combustível no motor&#8221;, disse Tiago Domingos, professor do Departamento de Engenharia Mecânica do IST e investigador na área de Economia Ecológica.</p>
<p align="justify">Num cenário que não contabilize a afectação do solo para pastagens, o balanço é favorável ao bioetanol, embora dispendioso, já que por cada tonelada poupada, o Estado despende 100 euros.</p>
<p align="justify">Esta análise compara as emissões de dióxido de carbono (CO2) libertadas pelo bioetanol e pela gasolina, considerando apenas factores como &#8220;ocupação do solo&#8221;, &#8220;DDG&#8221; (um sub-produto do bioetanol usado para alimentar animais), &#8220;produção de combustível&#8221; e &#8220;queima de combustível&#8221;.</p>
<p align="justify">O bioetanol leva vantagem já que recupera parte do CO2 durante o processo de cultivo do milho e tem ainda um impacte positivo devido à produção de DDG.</p>
<p align="justify">No lado negativo, contam-se a ocupação do solo, devido ao cultivo intensivo, e a produção de combustíveis fósseis.</p>
<p align="justify">&#8220;Este cenário cria a ideia de que o bioetanol é neutro em termos de emissões porque o CO2 produzido com a queima de combustível é capturado no cultivo agrícola. Mas os biocombustíveis também consomem muitas energias fósseis&#8221;, sublinhou Tiago Domingos Quanto à gasolina, perde claramente na análise relativa às emissões.</p>
<p align="justify">O balanço final revela que, neste cenário, cada tonelada de bioetanol poupa duas toneladas de CO2.</p>
<p align="justify">Mas cada tonelada de CO2 que se evita custa aos contribuintes 100 euros, segundo estimativas que incorporam o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP).</p>
<p align="justify">&#8220;São valores indicativos porque ainda não saiu a portaria final que define as quotas de produção e isenções relativas aos biocombustíveis&#8221;, adiantou o especialista, frisando que &#8220;este valor [100 euros] é muito alto&#8221;, tendo em conta que cada tonelada de carbono é actualmente transaccionada a 20 euros.</p>
<p align="justify">Embora se esperasse que a transição para os biocombustíveis fosse cara, Tiago Domingos considera que é preciso pesar os prós e os contras.</p>
<p align="justify">&#8220;A questão é saber se se justifica. Trata-se de uma decisão política e não técnica. Usar biocombustíveis sai caro para o contribuinte, mas pode ser encarado também como um investimento, tendo em conta que é preciso adquirir know-how&#8221;.</p>
<p align="justify">Este estudo alerta para outras consequências &#8220;que não têm sido ponderadas&#8221;, como o facto de os terrenos usados para o milho não poderem ser ocupados, por exemplo, com pastagens.</p>
<p align="justify">&#8220;Existe uma diferença entre produzir animais no estábulo ou em pastagem. É preciso contabilizar as emissões de metano e azoto associadas aos animais e que são muito superiores no primeiro caso&#8221;, salientou o investigador.</p>
<p align="justify">Neste cenário, que contabiliza a alimentação animal e as emissões animais, além dos factores incluídos na análise anterior, a gasolina conta com um impacto positivo &#8211; o sequestro de carbono nas pastagens &#8211; e surge com um balanço claramente favorável: cinco toneladas de CO2 poupadas.</p>
<p align="justify">&#8220;Tendo em conta a produção de milho na situação actual em Portugal, o balanço em termos de emissões de gases com efeito de estufa é desfavorável ao bioteanol (aumenta, num cenário de afectação do solo envolvendo animais ou reduz, mas de forma muito cara)&#8221;, resumiu o engenheiro ressalvando que &#8220;as coisas podem ser diferentes daqui a dois ou três anos&#8221;.</p>
<p><a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1312718">Público</a></p>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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		<title>Chineses constroem &#8220;uma central de Sines&#8221; de quatro em quatro dias</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 10:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[World Energy Outlook 2007]]></category>

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		<description><![CDATA[
No mundo ideal, os carros são movidos a hidrogénio, as casas quase não gastam energia, o sol e o vento é que produzem electricidade e ninguém mais teme o aquecimento global. Mas nos cenários da Agência Internacional de Energia (AIE), está tudo ao contrário.
O seu relatório anual sobre o futuro energético global (World Energy Outlook [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=281&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2007/11/weo2007.jpg" title="weo2007.jpg"><img src="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2007/11/weo2007.jpg" alt="weo2007.jpg" /></a></p>
<p align="justify">No mundo ideal, os carros são movidos a hidrogénio, as casas quase não gastam energia, o sol e o vento é que produzem electricidade e ninguém mais teme o aquecimento global. Mas nos cenários da Agência Internacional de Energia (AIE), está tudo ao contrário.</p>
<p align="justify">O seu relatório anual sobre o futuro energético global (<a href="http://www.worldenergyoutlook.org/">World Energy Outlook 2007</a>), ontem divulgado, diz que a humanidade consumirá ainda mais petróleo e carvão em 2030 do que hoje. E qualquer solução para aliviar os problemas da dependência dos combustíveis fósseis passará pela China e pela Índia, os dois &#8220;gigantes emergentes da economia mundial e do mercado energético&#8221;, como diz o documento.</p>
<p align="justify">É a primeira vez que a AIE olha em detalhe para a possível evolução futura dos dois pesos-pesados do mundo em desenvolvimento. Um dado novo: os cenários, hoje, indicam que a procura de energia em 2030 vai ser quatro por cento maior do que se imaginava há apenas um ano, no anterior relatório. Esta variação aparentemente pequena corresponde a mais de um terço do consumo energético actual de toda a União Europeia.</p>
<p align="justify">Outra evidência do relatório é a de que a utilização do carvão &#8211; o mais sujo dos combustíveis fósseis &#8211; vai continuar a subir em flecha, cerca de 73 por cento entre 2005 e 2030, num cenário de referência, que conta apenas com as políticas que já estão em curso neste momento. Mais uma vez, a China e a Índia são as locomotivas: ambas respondem por 80 por cento deste aumento.</p>
<p align="justify">Mesmo com os preços actuais a chegarem aos 100 dólares o barril, o consumo de petróleo também sobe no futuro. Em 2030, poderá chegar aos 116 milhões de barris por dia, 37 por cento mais do que hoje.</p>
<p align="justify">O petróleo ainda continuará a ser a fonte de energia mais usada, embora o seu peso diminua. A Agência Internacional de Energia afirma que as reservas de petróleo são suficientes para a procura em 2030. Mas não põe de parte a possibilidade de uma crise por volta de 2015, &#8220;envolvendo uma abrupta escalada nos preços&#8221;.</p>
<p><a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1310046">Público</a></p>
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