Energias Renováveis


Dia Europeu do Vento

O INEGI está a promover uma série de eventos no âmbito do Dia Europeu do Vento, entre os dias 13 e 16 de Junho de 2008. Trata-se de uma iniciativa do INEGI com a APREN para divulgar junto da sociedade os benefícios da energia eólica.

Entre as actividades planeadas encontram-se:
- Concurso de desenho para jovens até 15 anos (prémios: computadores portáteis, mp3, consolas, entre outros)
- Concurso de fotografia para todas as idades (1º prémio 700 euros; 2º prémio 500 euros; 3º prémio 300 euros)

Os regulamentos dos concursos, bem como informações sobre os restantes eventos (palestras, conferências, oficinas) podem ser consultadas em http://diadovento.inegi.up.pt/.



Next Energy aposta em turbina eólica em ambiente urbano para crescer
Abril 18, 2008,
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Com quatro anos de existência, a Next Energy conta dar este ano um novo impulso à sua actividade. A empresa açoriana espera iniciar a comercialização de uma turbina eólica para ambiente urbano, a qual resultou de um desafio lançado por João Santos, responsável pela Next Energy, à Universidade dos Açores, no final de 2004.

«O nosso objectivo é o de comercializar 100 turbinas por ano», avança o empresário ao AmbienteOnline. Com uma potência que pode variar entre 1 e 4 kW, o equipamento pode ser aplicado, por exemplo, em unidades industriais, escolas ou residências. O seu custo deverá situar-se entre os 6 e os 7 mil euros, mas, segundo o empresário, é possível ter o retorno do investimento em apenas 3 ou 4 anos. De resto, desenvolver um projecto com «um preço acessível e um retorno atractivo» foi uma das principais preocupações que estiveram subjacentes a este projecto.

Como representante da Ropatec, a empresa já oferecia soluções para fornecimento de energia eólica, nomeadamente, para potências de 1kW, 6kW e 20kW. Do seu porta-fólio fazem também parte produtos na área da climatização, iluminação ou hidrogénio. Estes são algumas das actividades que contribuíram para a empresa ter alcançando, em 2007, um volume de negócios de 500 mil euros. Como o negócio está a crescer, a Next Energy está já à procura de parceiros para se instalar também em Portugal continental.


Ventinveste quer incentivos adicionais para o projecto eólico
Março 4, 2008,
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O consórcio Ventinveste, liderado pela Galp, que ganhou a fase B do concurso eólico, candidatou-se a ajudas financeiras para parte do seu projecto, segundo apurou o PÚBLICO. A serem concedidos os apoios, trata-se de uma subsidiação dupla que contrariará as regras do concurso público internacional que decorreu no ano passado.

O assunto não é assumido oficialmente e não é pacífico junto da administração pública. O concurso, tal como para a fase A, previa apenas a valorização do investimento proposto pelos candidatos tendo como incentivo a tarifa de que beneficia a energia eólica e os pontos de ligação à rede eléctrica.

Foi, desde o início, “entendido de forma clara”, na expressão de um dos elementos, que não havia lugar para mais incentivos - pelo que o assunto nunca chegou a ser abordado anteriormente. Os subsídios ora pedidos respeitam à parte industrial e à construção das linhas eléctricas que ligarão os parques à rede de alta tensão da REN, mas é nesta última possibilidade que o grupo aposta.

O mesmo já não aconteceu com a fase B: a Ventinveste juntou à candidatura a projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN), que entregou junto da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), o pedido de incentivos adicionais ao investimento, dois dossiers para os quais espera agora resposta.

Se o “tratamento” PIN é considerado necessário para este tipo de projectos com forte impacto industrial e com uma longa caminhada burocrática pela frente, já a candidatura a incentivos adicionais reflecte uma abertura, pelo menos, tácita do Ministério da Economia a discutir a questão. Dos vários contactos realizados pelo PÚBLICO, constatou-se que essa abertura não é aceite de forma consensual.

Outra questão ainda por esclarecer também é a de constituição do Fundo de Inovação, no valor de 35 milhões de euros, a ser gerido pelo Estado. O depósito desta verba, segundo as regras do concurso, é concomitante com a assinatura do contrato com o Estado, mas, no caso da Ventinveste, poderá vir a beneficiar de um prazo de nove anos.

Para a fase A, o montante requerido era igual e nas mesmas condições, tendo sido realizado de imediato pelo consórcio vencedor, a Eólicas de Portugal, liderado pela EDP e Enercon. As condições do concurso foram iguais para as duas fases.

Público 



Gigante escocês investe 800 milhões para entrar nas eólicas em Portugal

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A eléctrica escocesa SSE, através da recém-adquirida Airtricity, elegeu Portugal como um dos seis mercados na Europa onde quer crescer fora do Reino Unido, sobretudo, no negócio das eólicas. Para o mercado nacional, a empresa tem um projecto totalmente inovador, pretendendo abrir o caminho na produção de energia eólica em regime ordinário.

Em Portugal, as renováveis, incluindo as eólicas, funcionam ainda todas em regime especial, ou seja, as empresas têm assegurada uma tarifa subvencionada para gerar energia a partir do vento. Mas em Espanha, por exemplo, cerca de 98% dos produtores vão já ao mercado, restando apenas na tarifa alguns parques experimentais, segundo dados da Asociación Empresarial Eólica (AEE), representativa do sector.

Também na Irlanda este é um esquema muito habitual. A Aircitrity é disso prova, tendo todos os seus parques eólicos ali a funcionar em regime de mercado livre. “Temos muita experiência neste negócio e, além disso, estamos conscientes de que de outra forma não iríamos conseguir entrar neste negócio em Portugal, uma vez que as licenças de produção e exploração de parques eólicos em regime especial estão já todas atribuídas”, explica em entrevista ao Jornal de Negócios, o “country-manager” da Aircitricy, Luís Lopo Antunes.

Jornal de Negócios 



Wind Parade 2008 quer sensibilizar para a adopção da cultura energética

O projecto Wind Parade Lisboa 2008 vai instalar entre 15 a 20 turbinas eólicas em diferentes pontos da cidade, numa acção que pretende sensibilizar os cidadãos para a adopção de uma cultura energética mais “amiga do ambiente”.

A iniciativa, que culmina com a celebração do Wind Day (Dia do Vento) a 15 de Junho, pretende “despertar a atenção da população, sensibilizando os cidadãos para a produção de energia a partir de fontes renováveis”, disse hoje à agência Lusa o porta-voz do projecto, Phillipe Dewerbe.

Este “é um conceito ainda muito distante das famílias portuguesas, mas a microgeração de energia já está enraizada nos países do Norte da Europa”, referiu Phillipe Dewerbe, explicando que “qualquer família pode produzir energia vendendo à rede o que não consome”.

As soluções presentes no mercado variam entre os painéis solares, as turbinas eólicas ou as caldeiras de biomassa, que se adaptam mediante as características do espaço ou da habitação.

Público



Enersis e Enernova lideram energia eólica em Portugal

A Enersis liderava, em Dezembro, as quotas de mercado dos promotores de energia eólica que operam em território nacional, com uma fatia de 24,4 por cento e cerca de 525 MW de potência ligada. No segundo posto encontrava-se a Enernova, com 18,6 por cento e 400 MW de potência ligada. Os dados ao que o AmbienteOnline teve acesso constam de um relatório sobre parques eólicos elaborado pelo Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial.

No entanto, com os parques que estão neste momento em construção e os adjudicados, a empresa do grupo EDP ultrapassará a Enersis, com a ligação de quase mais 600 MW, o que lhe dará uma quota de mercado de 19,1 por cento.

Em terceiro lugar surge a Generg, com 16,7 por cento e cerca de 365 MW de potência ligada. A empresa tem em construção mais 325 MW. Por ordem decrescente estão colocadas a Electrabel (15,7 por cento), a Finerge (7 por cento), a Tecneira (4,1 por cento), a empresa Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho (3,7 por cento), a Energiekontor (2,6 por cento), a EDF en Portugal (2,4 por cento), a Iberdrola (2,4 por cento) e outros promotores não especificados (2,3 por cento).

Portal Ambiente



Neo Energia adquire 222 aerogeradores para países europeus
Janeiro 22, 2008,
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A Neo Energia assinou com a Gamesa um contrato para o fornecimento de 60 aerogeradores que serão instalados em parques eólicos na Polónia, numa potência total de 120 megawatts (MW). Esta operação do grupo EDP, responsável pelo crescimento do mercado eólico na Europa, ascende aos 130 milhões de euros, e surge na sequência de um conjunto de projectos eólicos desenvolvidos em 2007 na Polónia, num total de 1022 MW de capacidade eólica instalada.

«Este é um dos países da Europa central e de leste com grande potencial de crescimento no sector das energias renováveis», explica a EDP em comunicado. O objectivo da Neo Energia é alcançar a fasquia de 10,4 por cento de energia consumida entre 2010 e 2014 com base em fontes de energias renováveis, o que representa cerca de 4000 MW de capacidade eólica instalada em 2014.

Para Espanha o fornecimento da Gamesa à Neo Energia é de 46 aerogeradores, cuja potência total é de 92 MW e o investimento ascenderá aos 80 milhões de euros. A França vai contar com 16 aerogeradores, que totalizam 19 MW e representam um investimento de 18 milhões de euros.

«No total, os 122 aerogeradores contratados representam uma economia em emissões de CO2 de 346 500 toneladas por ano, cerca de 180 mil toneladas na Polónia, 138 mil toneladas em Espanha e 28 500 toneladas em França», conclui a EDP.

Portal Ambiente



Parques eólicos matam morcegos
Janeiro 7, 2008,
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Numa altura em que as energias eólicas estão a transformar a paisagem rural, com os aerogeradores a baterem todos os recordes de produção eólica, investigações demonstram que estes equipamentos têm igualmente causado a morte de uma grande quantidade de morcegos, espécie protegida por lei.

«Há evidências de que as populações de morcegos estão em declínio, sendo que a sua área de distribuição está também a diminuir”, afirma, em declarações publicadas na edição desta segunda-feira do Diário de Notícias, Francisco Amorim, ambientalista e académico que está a analisar, desde 2006, o efeito dos aerogeradores na população destes mamíferos, nas serras da Arada e de S. Macário (distritos de Aveiro e Viseu).

Para este académico, a energia eólica apresenta um «lado menos bom que merece ser olhada com precaução», já que «tem sido detectada mortalidade em muitos dos parques eólicos monitorizados, com um pico no final do Verão e início do Outono».

As causas são ainda desconhecidas, mas o ambientalista aponta algumas hipóteses: «Os sons produzidos por turbinas podem atrair ou desorientar os morcegos» e a dificuldade destes mamíferos em «detectar pás em movimento».

Embora a lei exija avaliação de impacto ambiental, as suas conclusões só são obrigatórias quando está em causa «a instalação de aerogeradores em áreas protegidas ou de mais de dez torres», esclarece.

O ambientalista sugere medidas de minimização como «a promoção de habitats de alimentação e de abrigos artificiais e realização de acções de sensibilização e de educação ambiental junto das populações».

Diário Digital 



Super turbina eólica utiliza levitação magnética para produzir até 1 GW
Dezembro 3, 2007,
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A energia eólica é vista de forma muito simpática por todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente. Os especialistas em energia, contudo, afirmam que a eletricidade produzida pelo vento necessitará de mais tecnologia e menos custos se quiser entrar para valer como uma fonte de geração definitiva.

Turbina com levitação magnética

Nesta semana, a empresa MagLev apresentou na China aquela que poderá ser a solução tecnológica que faltava para a viabilização econômica da energia eólica. Com um design totalmente diferente dos tradicionais cataventos, a turbina MagLev utiliza levitação magnética para oferecer um desempenho muito superior em relação às turbinas tradicionais.

As pás verticais da turbina de vento são suspensas no ar acima da base do equipamento. Ao invés se sustentarem e de girarem sobre rolamentos, essas pás ficam suspensas, sem contato com outras partes mecânicas - e, portanto, podem girar sem atrito, o que aumenta exponencialmente seu rendimento.

Ímãs de neodímio

A turbina utiliza ímãs permanentes, e não eletroímãs, que poderiam diminuir seu rendimento líquido, já que uma parte da energia gerada seria gasta para manter esses eletroímãs em funcionamento.

Os magnetos permanentes são feitos de neodímio - um elemento contido no mineral conhecido como terras-raras, - largamente utilizado na fabricação de discos rígidos para computadores. Além de aumentar o rendimento, os ímãs diminuem os custos de manutenção da turbina, que dispensa lubrificação e as constantes trocas dos rolamentos.

Viabilização econômica da energia eólica

Segundo a empresa, a turbina MagLev consegue gerar energia a partir de brisas de apenas 1,5 metros por segundo e consegue suportar até vendavais de até 40 metros por segundo - o equivalente a 144 km/h.

As maiores turbinas eólicas atuais geram 5 MW de potência. Já uma única MagLev gigantesca poderia gerar 1 GW, suficiente para abastecer 750.000 residências. Isso acontece porque a nova turbina pode ser construída em dimensões muito grandes, o que não acontece com os tradicionais cataventos.

Segundo a empresa, a nova turbina gera 20% a mais de energia em relação à turbinas convencionais e tem um custo de manutenção 50% menor. Ainda segundo as estimativas do seu fabricante, uma super-turbina eólica que utiliza levitação magnética poderá funcionar continuamente por… 500 anos.

Inovação Tecnológica (Brasil)



Energia: Governo abandona grandes centrais solares

O Governo vai privilegiar a microgeração fotovoltaica, deixando cair os 22 megawatts (MW) que ainda faltavam para centrais de produção centralizada, afirmou o director-geral de Energia, Miguel Barreto, em declarações à agência Lusa.

O Governo tinha fixado uma meta de 150 megawatts (MW) de potência instalada até 2010, tendo já atribuído 128 MW, nomeadamente, para a instalação de grandes centrais fotovoltaicas.

Faltavam atribuir 22 MW de potência, reclamados pelos industriais do sector, mas o director-geral de Energia afirma que essa potência será transferida para a microgeração.

«A tecnologia fotovoltaica faz mais sentido na microgeração e, portanto, o privilégio que se pretende dar neste momento é ao nível da microgeração e da micro-fotovoltaica, tendo-se criado condições para que todos os anos possam ser instalados 10 MW, a crescer 20% por ano», afirmou.

«A microgeração pode chegar nos próximos anos a 150 MW e não se pretende privilegiar neste momento soluções centralizadas», acrescentou.

«Fizemos aquelas centrais que são grandes exemplos, mas não existe actualmente uma politica no sentido de apostar em grandes centrais fotovoltaicas, mas sim de apostar em microgeração fotovoltaica», concluiu.

Miguel Barreto recusou ainda a ideia de que o Governo tenha privilegiado, em matéria de microgeração, a energia solar.

«Não se procurou incentivar a microgeraçao fotovoltaica em relação a outras energias. As tecnologias têm diferentes níveis de maturação tecnológica e necessitam de diferentes níveis económicos para serem viáveis», justificou Miguel Barreto.

O director-geral de Energia admitiu que a tecnologia eólica «é um pouco mais eficiente», razão pela qual «não necessita de tanta remuneração para ser incentivada».

O decreto-lei publicado em Diário da República, a 2 de Novembro, fixa em 650 euros o preço por megawatts/hora (MWh) para a energia solar.

Mas se os pequenos produtores optarem pela energia eólica receberão apenas 70 por cento desse valor, ou seja 455 euros por MWh, e se optarem pela hídrica ou pela biomassa recebem 30%, isto é, 180 euros por MWh.

Quanto às pilhas de combustível com base em hidrogénio proveniente da microgeração renovável, a percentagem aplicada varia de acordo com a energia renovável utilizada para a produção de hidrogénio.

O Governo estabeleceu, contudo, que apenas os primeiros 10 MW terão direito à tarifa de referência de 650 euros por MWh. Por cada 10 MW adicionais, a tarifa única é sucessivamente reduzida em 5%.



Electrabel compra dois parques eólicos em Portugal
Novembro 14, 2007,
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A Electrabel-Suez adquiriu dois parques eólicos (64 MW) à espanhola Gamesa localizados no norte de Portugal, por um valor estimado de 93,5 milhões de euros, anunciou a companhia franco-belga de energia e serviços esta quarta-feira. Os activos adquiridos pela Electrabel correspondem a dois parques, um próximo do Porto (Mourisca) e o outro é o «Fafe II», um projecto de ampliação do parque Terras Altas.

Dinheiro Digital 



EDP estuda novas localizações para produção de energia eólica
Novembro 13, 2007,
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O presidente-executivo da EDP disse hoje que a eléctrica está a estudar novas localizações para a instalação de energia eólica, nomeadamente nos países de Leste, Inglaterra, México, Canadá, Marrocos e Itália, noticia a Lusa.

“Estamos a estudar geografias onde haja vento e capacidade de implementar os projectos de forma relativamente rápida”, disse
António Mexia, que falava à margem da conferência Business & Biodiversity, que decorre desde segunda-feira na Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito da presidência portuguesa da União Europeia.

Mexia referiu que a aposta nas eólicas será realizada em alguns países que, à semelhança de Portugal, “têm uma excessiva dependência de energias que produzem dióxido de carbono [como carvão, fuel e gás]“.

Entre as novas geografias apontadas pelo empresário destacam-se os países de Leste, a Inglaterra, o México, o Canadá, Marrocos e Itália.

O plano eólico da EDP prevê um investimento de 6,2 mil milhões de euros entre 2007 e 2010, permitindo à empresa atingir a produção de 7.600 megawatts.

Diário Económico 



EDP lança Naturneo para eólicas no País Basco
Outubro 30, 2007,
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A espanhola Naturgas e a Neo Energia, empresas do universo EDP, aliaram-se numa nova entidade (Naturneo) para concorrer à construção de parques eólicos no País Basco, refere o jornal 5Días.

A Naturneo, que será maioritariamente detida pela Naturgas, deverá começar a operar com uma capacidade instalada de 160 megavatios numa primeira fase.

A EDP detém 64% da Naturgas, através da espanhola HC Energia (antiga Hidrocantábrico), enquanto a Neo Energia é a nova entidade criada pelo grupo português para englobar os investimentos na área das renováveis.

Na corrida aos parques na região basca, a EDP enfrenta outros candidatos de peso, como a Eólicas de Euskadi (participada da Iberdrola) e a Capital Energy (participada da holding pública SEPI), entre outros.

Dinheiro Digital



EDP avalia novos alvos no estrangeiro
Outubro 25, 2007,
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António Mexia reuniu ontem com o conselho geral e de supervisão para apresentar a nova estratégia para a EDP, em que reiterou o desafio internacional para a eléctrica. Essa estratégia pode passar por aquisições ou outras opções, mas a gestão não quer repetir o ciclo de compras muito caras do passado.

Em causa estão pequenas oportunidades, sobretudo face à dimensão do negócio feito com a compra da norte-americana Horizon. Sem comentar investimentos específicos, o CEO da EDP afirmou ontem ao Diário Económico que a EDP “fará investimentos em qualquer aquisição que represente rentabilidade”.

Desta forma, a eléctrica portuguesa solidifica a estratégia apresentada ao mercado: aumentar o valor da EDP para os seus accionistas.

Os analistas contactados acreditam que as novas compras poderão incidir no mercado europeu das renováveis, como a Bélgica e a França. O interesse no Reino Unido também já foi referido pela EDP. Mas salientam que qualquer decisão ficará dependente da capacidade da empresa contrair mais dívida depois do investimento de 2,2 mil milhões de euros na compra da empresa de energia éolica americana.

A eléctrica nacional também já referiu a energia solar como uma área estratégica. No final de Março, quando a eléctrica nacional concretizou a compra da norte-americana Horizon, Mexia referia a energia solar como a “etapa seguinte”. “Numa primeira fase, apostámos nas eólicas no nosso mercado natural - Portugal e Espanha, agora entramos noutro campeonato. Numa terceira fase queremos apostar na energia solar”, anunciou o CEO da EDP.

Mas a entrada nos EUA, com uma quota de mercado de 9% e uma capacidade prevista até ao final do ano de 1.600MW, representou uma oportunidade global no continente americano, o mercado com maior potencial de crescimento em energia eólica. O México poderá ser outro dos próximos passos da eléctrica nacional e a Horizon seria a plataforma de lançamento.

A equipa da Horizon, liderada por Martins da Costa, também responsável pelas Energias do Brasil (detida a 60% pela EDP), está já a estudar este mercado e a procurar parceiros locais.

A EDP pode ainda apostar no negócio do gás em território americano.

O investimento em renováveis tem sido assumido como um dos principais objectivos do plano estratégico da EDP, que já é a número quatro no ‘ranking’ mundial das eólicas. Dos 11,2 mil milhões de euros previstos para investir até 2010, 60% são para as eólicas, tanto nos Estados Unidos como na Europa. É neste sentido que a eléctrica está a criar a EDP Renováveis, uma holding que suportará todos os activos, incluindo a NEO, subsidiária para as renováveis na Península Ibérica, e claro, a Horizon.

Diário Económico



Encomenda de 281 turbinas da EDP à GE avaliada em 512 milhões de euros

A General Electric, a maior fabricante do mundo de equipamento para geração de energia, anunciou que o contrato celebrado com a Energias de Portugal (EDP) para a construção de 281 turbinas eólicas está avaliado em 730 milhões de dólares, ou cerca de 512 milhões de euros.

A EDP anunciou no final de Setembro que chegou a acordo com a GE para o fornecimento de turbinas eólicas que quase completa a necessidade da eléctrica nacional de aerogeradores até 2009.

No total são 281 as turbinas eólicas encomendadas para parques eólicos que serão desenvolvidos em 2008 e 2009.

A GE irá fornecer à Neo Energia, a subsidiária europeia das renováveis da EDP, 80 turbinas eólicas 2.5xl para novos projectos eólicos na Europa e 201 turbinas eólicas de 1,5 MW à Horizon Wind Energy, a subsidiária americana da EDP, para projectos nos Estados Unidos, em locais ainda por determinar.

Na altura o valor destes contratos não foi revelado, e hoje a GE anunciou que estes estão avaliados em 730 milhões de dólares, segundo a Bloomberg.

Jornal de Negócios