Energias Renováveis


Peak Oil - How Will You Ride the Slide?
Dezembro 11, 2007,
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Chineses constroem “uma central de Sines” de quatro em quatro dias

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No mundo ideal, os carros são movidos a hidrogénio, as casas quase não gastam energia, o sol e o vento é que produzem electricidade e ninguém mais teme o aquecimento global. Mas nos cenários da Agência Internacional de Energia (AIE), está tudo ao contrário.

O seu relatório anual sobre o futuro energético global (World Energy Outlook 2007), ontem divulgado, diz que a humanidade consumirá ainda mais petróleo e carvão em 2030 do que hoje. E qualquer solução para aliviar os problemas da dependência dos combustíveis fósseis passará pela China e pela Índia, os dois “gigantes emergentes da economia mundial e do mercado energético”, como diz o documento.

É a primeira vez que a AIE olha em detalhe para a possível evolução futura dos dois pesos-pesados do mundo em desenvolvimento. Um dado novo: os cenários, hoje, indicam que a procura de energia em 2030 vai ser quatro por cento maior do que se imaginava há apenas um ano, no anterior relatório. Esta variação aparentemente pequena corresponde a mais de um terço do consumo energético actual de toda a União Europeia.

Outra evidência do relatório é a de que a utilização do carvão - o mais sujo dos combustíveis fósseis - vai continuar a subir em flecha, cerca de 73 por cento entre 2005 e 2030, num cenário de referência, que conta apenas com as políticas que já estão em curso neste momento. Mais uma vez, a China e a Índia são as locomotivas: ambas respondem por 80 por cento deste aumento.

Mesmo com os preços actuais a chegarem aos 100 dólares o barril, o consumo de petróleo também sobe no futuro. Em 2030, poderá chegar aos 116 milhões de barris por dia, 37 por cento mais do que hoje.

O petróleo ainda continuará a ser a fonte de energia mais usada, embora o seu peso diminua. A Agência Internacional de Energia afirma que as reservas de petróleo são suficientes para a procura em 2030. Mas não põe de parte a possibilidade de uma crise por volta de 2015, “envolvendo uma abrupta escalada nos preços”.

Público



Petróleo, Gás Natural e Carvão - Estatísticas Rápidas - Julho 2007

De acordo com os dados provisórios que seguidamente se apresentam, no período de 12 meses terminado em Julho de 2007, em comparação com o ano móvel homólogo anterior, o consumo dos principais combustíveis registou um decréscimo de 6,9%. Neste período, o consumo de gás natural diminuiu 4%, o consumo dos produtos derivados do petróleo baixou 6,5% e o consumo do carvão decresceu 11,6%.

No consumo dos combustíveis rodoviários, embora tendo baixado 1,9% relativamente ao período homólogo anterior, nota-se, no entanto, que o ritmo de decrescimento é inferior, mantendo a tendência que se vem registando ao longo do corrente ano. O consumo do gasóleo rodoviário teve, neste período, um decréscimo de 0,6%, enquanto que o consumo das gasolinas desceu 5,7% e o consumo de gás auto desceu 3,1%. Na evolução das gasolinas este período não trouxe nada de novo; a maior quebra ( 76% ) manteve-se na gasolina aditivada, enquanto que os consumos das gasolinas sem chumbo 95 e 98 decresceram, respectivamente, 2,1% e 20%.

Neste período, o consumo do gasóleo colorido destinado a aquecimento registou um decréscimo de 6,6% e o gasóleo colorido não destinado a aquecimento teve uma baixa no consumo de 4,5%.

O consumo de fuelóleo decresceu 26% neste período, devido sobretudo a uma menor utilização de fuelóleo para a produção de energia eléctrica ( -58,2% ). Em igual período, o consumo de fuelóleo no sector industrial baixou 5,5%.

O consumo de carvão para a produção de energia eléctrica baixou 14,2% relativamente ao ano móvel anterior, notando-se que ao longo deste ano este combustível tem vindo a ser cada vez menos utilizado com esta finalidade, à semelhança, aliás, do que acontece com o gás natural que neste mesmo período, e para idêntico objectivo, decresceu 14%.
A evolução da produção de energia eléctrica a partir das fontes de energia renováveis, e em especial da sua componente hídrica, explica este comportamento do fuelóleo, do carvão e do gás natural.

No sector industrial o consumo de gás natural aumentou 4%, enquanto que, a avaliar pela informação das vendas para as distribuidoras, o consumo deste combustível nos sectores doméstico e dos serviços terá crescido 6%, evoluções que reflectem estabilidade no comportamento destes indicadores.

As vendas a bancas de gasóleo diminuíram 10% relativamente ao ano móvel homólogo anterior, enquanto que as vendas a bancas de fuelóleo decresceram 3%.
No período em apreço, as vendas à aviação de JP1 aumentaram 6,1% e as vendas de JP8 aumentaram 2%.

Fonte: DGEG

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Lisboa Energy Fórum 2007 quer debate internacional das questões petrolíferas
Setembro 24, 2007,
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A Galp Energia e a Fundação Mário Soares querem que o “Lisbon Energy Fórum 2007″, que se realiza no próximo dia 2 de Outubro, em Lisboa, se transforme numa referência a nível internacional enquanto fórum de debate das questões petrolíferas.

O presidente da Galp Energia, Manuel Ferreira de Oliveira, afirmou durante a apresentação do evento, onde também esteve presente Mário Soares, que a organização pretende repetir o fórum em 2008 e posteriormente realizá-lo, pelo menos, de dois em dois anos em Lisboa.

“Queremos que seja um fórum global com a presença dos gestores de topo das maiores empresas energéticas mundiais”, afirmou Ferreira de Oliveira.

O objectivo é juntar empresas produtoras e empresas distribuidoras e comercializadoras de petróleo a nível mundial para reflectirem sobre o tema “Segurança do abastecimento e segurança dos mercados”.

No fórum vão estar presentes os líderes de algumas das maiores produtoras de petróleo e gás a nível mundial como a russa Gazprom, a argelina Sonatrach, a empresa nacional iraniana do petróleo (NIOC), a brasileira Petrobras, a venezuelana PDVSA e a indiana ONGC .

As multinacionais BP, Eni, Chevron, Repsol e Total vão também estar presentes ao mais alto nível.

Ferreira de Oliveira afirmou que o objectivo da organização foi ter presentes no evento os líderes de empresas dos países economicamente emergentes BRIC -Brasil, Rússia, Índia e China - não tendo sido possível contar com a presença da China.

Esta opção justifica-se porque “grande parte das tensões energéticas em que vivemos é motivada pelo crescimento económico destes países”, afirmou.

Público



Petróleo, Gás Natural e Carvão - Estatísticas Rápidas - Junho 2007
Setembro 17, 2007,
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De acordo com os dados provisórios que seguidamente se apresentam, no período de 12 meses terminado em Junho de 2007, em comparação com o ano móvel homólogo anterior, o consumo dos principais combustíveis registou um decréscimo de 7%, sendo que o consumo de gás natural diminuiu 3,1%, o consumo dos produtos derivados do petróleo baixou 7,5% e o consumo do carvão decresceu 9,7%.

Relativamente ao período homólogo anterior, o consumo dos combustíveis rodoviários baixou 2,2%, mas o ritmo de decrescimento manteve a tendência de baixa que se tem vindo a verificar ao longo do ano em curso. O consumo do gasóleo rodoviário teve neste período um decréscimo de 0,9%, enquanto que o consumo das gasolinas desceu 5,6% e o consumo de gás auto desceu 4,9%. Nas gasolinas, a maior quebra ( 76% ) verificou-se na gasolina aditivada, enquanto que os consumos das gasolinas sem chumbo 95 e 98 decresceram,respectivamente, 1,9% e 20%.

Neste período, o consumo do gasóleo colorido destinado a aquecimento registou um decréscimo de 6,1% e o gasóleo colorido não destinado a aquecimento teve uma baixa no consumo de 4,4%.

O consumo de fuelóleo neste período decresceu 29%, devido sobretudo a uma menor utilização de fuelóleo para a produção de energia eléctrica ( -58,8% ). Em igual período, o consumo de fuelóleo no sector industrial baixou 8,4%.

O consumo de carvão para a produção de energia eléctrica baixou 11,9% relativamente ao ano móvel anterior . Também para esta finalidade o consumo de gás natural decresceu 11%.
A evolução da produção de energia eléctrica a partir das fontes de energia renováveis, e em especial da sua componente hídrica, explica o comportamento do fuelóleo, do carvão e do gás natural com este objectivo.

No sector industrial o consumo de gás natural aumentou 4%, enquanto que, a avaliar pela informação das vendas para as distribuidoras, o consumo deste combustível nos sectores doméstico e dos serviços terá crescido 5%, evoluções que reflectem estabilidade no comportamento destes indicadores.

As vendas a bancas de gasóleo diminuíram 11% relativamente ao ano móvel homólogo anterior, enquanto que as vendas a bancas de fuelóleo decresceram 5%.
No período em apreço, as vendas à aviação de JP1 aumentaram 6,1% e as vendas de JP8 aumentaram 3%..

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Sudeste Asiático vai desenvolver energias alternativas
Agosto 23, 2007,
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Os dez ministros de Energia dos países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) concordaram hoje em colaborar na pesquisa e desenvolvimento de fontes de energia alternativas, inclusivamente a nuclear, para reduzir a sua dependência do petróleo.

O acordo, assinado pelos ministros durante uma reunião em Singapura, também promove a integração do mercado energético da região. A maioria dos países do grupo importa petróleo e gás natural.

«A Asean não é uma excepção. Como uma das regiões de maior crescimento económico, precisa cada vez mais de aumentar o fornecimento de petróleo», afirmou durante o seu discurso o vice-primeiro-ministro de Singapura, Shunnugan Jayakumar.

A Indonésia é o único membro da Asean que faz parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), mas há vários anos a sua produção é menor do que a procura. Já o pequeno sultanato do Brunei exporta cada vez menos petróleo devido à progressiva queda da sua produção.

Diário Digital



World Faces Oil `Supply Crunch’ After 2010, IEA Says

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The world faces an oil “supply crunch” after 2010 because demand will outpace the growth in production from non-OPEC countries, according to the International Energy Agency.

Output growth outside of the Organization of Petroleum Exporting Countries, led by Russia and Brazil, will be countered by a decline in Europe, the Paris-based agency said in a report today. That shrinks the cushion of excess capacity that OPEC members such as Saudi Arabia provide, the agency said.

Despite four years of high oil prices, this report sees increasing market tightness beyond 2010, with OPEC spare capacity declining to minimal levels by 2012,” the IEA said in its Medium-Term Oil Market Report, which is published every six months. Low OPEC spare capacity and slow non-OPEC production growth are of significant concern.”

Global oil demand is forecast to expand by 1.9 million barrels a day, or 2.2 percent a year on average, reaching 95.8 million barrels a day by 2012, the IEA said. The fastest growth will occur in Asia and the Middle East, it said. Brent crude oil futures prices have averaged $64.11 a barrel so far this year, down from an average $66.11 last year and $55.25 in 2005.

Oil and gas price pressures look set to remain in the coming years,” the IEA said. The agency, an adviser on energy issues to 26 industrialized countries, does not publish a specific price forecast.

Bloomberg



Petróleo, Gás Natural e Carvão - Estatísticas Rápidas - Abril 2007
Julho 3, 2007,
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O consumo dos principais combustíveis no período de 12 meses terminado em Abril de 2007, quando comparado com o do ano móvel homólogo anterior, e de acordo com os dados provisórios que seguidamente se apresentam, registou um decréscimo de 7,0%, sendo que o consumo de gás natural diminuiu 3,2%, o consumo do carvão decresceu 5,7% e o consumo dos produtos derivados do petróleo baixou 8,7%.

Embora o consumo dos combustíveis rodoviários tenha continuado a baixar (-3,2% relativamente ao período anterior) o ritmo de decrescimento é o menor dos últimos meses, facto que se nota sobretudo no gasóleo cujo consumo baixou 1,9% e no gás auto em que o consumo decresceu 3,2%. O consumo das gasolinas manteve uma descida maior ( 6,6% ), igual à referida o mês passado, sendo que a maior quebra ( 80% ) se verificou na gasolina aditivada, enquanto que os consumos das gasolinas sem chumbo 95 e 98 decresceram,respectivamente, 2,1% e 23%.

Ainda no que concerne ao consumo dos gasóleos, para além da diminuição do consumo do gasóleo rodoviário (-1,9% ), houve neste período um decréscimo de 8,7% no consumo do gasóleo colorido destinado a aquecimento e uma baixa de 1,7% no gasóleo colorido não destinado a aquecimento.

Relativamente ao fuelóleo, as vendas para o mercado interno mantêm um decréscimo acentuado (-30,8%) sendo que a principal razão,como se tem referido, seja a menor utilização deste combustível na produção de energia eléctrica (-60,7%). O consumo de fuelóleo no sector industrial baixou 8,1% neste período.

Já se salientou que a produção de energia eléctrica a partir das fontes de energia renováveis, e em especial da sua componente hídrica, tem vindo a crescer, facto que também explica, no período em análise, o menor consumo de gás natural e do carvão com esta finalidade em,respectivamente, 12% e 7%.

No sector industrial o consumo de gás natural aumentou 4%, enquanto que, a avaliar pela informação das vendas para as distribuidoras, o consumo deste combustível nos sectores doméstico e dos serviços terá crescido 5%.

As vendas a bancas de gasóleo diminuíram 12% relativamente ao ano móvel homólogo anterior, enquanto que as vendas a bancas de fuelóleo cresceram 1%.
No período em apreço, as vendas à aviação de JP1 aumentaram 5,7% e as vendas de JP8 aumentaram 3%.

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Fonte: DGEG