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	<title>Energias Renováveis</title>
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	<description>Blogue sobre energias renováveis</description>
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		<title>Energias Renováveis</title>
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		<title>Expo Energia 2009: DGEG estuda alterações legislativas ao sistema de microprodução</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microgeração]]></category>
		<category><![CDATA[Política Energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Actualmente a procura de registos  para as unidades de microprodução é muito maior do que a oferta possível, originando dificuldades na plataforma do Sistema de Registo da Microprodução.
A forma de ultrapassar as dificuldades do registo de unidades de microprodução será  através da aproximação entre a oferta e a procura. Tal só pode ser [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=654&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="text-align:justify;">Actualmente a procura de registos  para as unidades de microprodução é muito maior do que a oferta possível, originando dificuldades na plataforma do Sistema de Registo da Microprodução.</div>
<div style="text-align:justify;">A forma de ultrapassar as dificuldades do registo de unidades de microprodução será  através da aproximação entre a oferta e a procura. Tal só pode ser feito com uma alteração legislativa, que a Direcção Geral de Energia e Geologia está a estudar. «Estamos a tentar melhorar a parte do processo de registo, onde tem havido alguma insatisfação», revelou o director geral de energia e geologia ao AmbienteOnline, à margem da Expo Energia 2009.</div>
<div style="text-align:justify;">Sem adiantar pormenores, José Perdigoto avançou que está a ser «trabalhada uma proposta, com os parceiros, com as associações, a qual queremos que esteja concluída o mais brevemente possível».</div>
<p style="text-align:justify;">Mas já não será neste ano, indicou. De qualquer modo, ressaltou o responsável, na última sessão «já introduzimos uma melhoria: conseguimos reduzir a duração do período de registo em várias horas, porque o facto de o processo demorar muito tempo também criava uma certa insatisfação e exigia meios humanos. Tínhamos cerca de 5000 pré-registos e conseguimos fechar mais de 1000, o que significa uma taxa de 20 por cento. Os outros terão de continuar a tentar nas próximas oportunidades», disse.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8593">Ambiente Online</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/654/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=654&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Expo Energia 2009: Biocombustíveis carecem de uma estratégia nacional</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/11/19/expo-energia-2009-biocombustiveis-carecem-de-uma-estrategia-nacional/</link>
		<comments>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/11/19/expo-energia-2009-biocombustiveis-carecem-de-uma-estrategia-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ExpoEnergia 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugal precisa de uma estratégia nacional que promova a introdução sustentável de biocombustíveis. O apelo foi feito hoje pelo investigador do Laboratório Nacional de Energia e Geologia, Francisco Gírio, durante a Conferência da Energia, na Expo Energia 2009, que está a decorrer no Taguspark, em Oeiras.
Numa apresentação dedicada aos biocombustíveis de segunda geração, Francisco Gírio [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=651&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Portugal precisa de uma estratégia nacional que promova a introdução sustentável de biocombustíveis. O apelo foi feito hoje pelo investigador do Laboratório Nacional de Energia e Geologia, Francisco Gírio, durante a Conferência da Energia, na Expo Energia 2009, que está a decorrer no Taguspark, em Oeiras.</p>
<p style="text-align:justify;">Numa apresentação dedicada aos biocombustíveis de segunda geração, Francisco Gírio traçou cenários de consumo energético sustentável em Portugal, tendo em conta a sua introdução no mercado. «A introdução da segunda geração de biocombustíveis em Portugal poderá trazer como benefícios o impacto de novas tecnologias e, também, permitir uma compensação mais eficiente do consumo de energia», explicou o investigador.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Gírio, um dos principais problemas colocados com a utilização do biocombustível de primeira geração é a necessidade de importação de matéria-prima, o que provoca igualmente impactes ambientais.</p>
<p><a href="http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8590">Ambiente Online</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/651/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=651&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Emissão global de CO2 deve cair 2,8% em 2009 &#8211; relatório</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/11/18/emissao-global-de-co2-deve-cair-28-em-2009-relatorio/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emissões de Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Emissões de CO2]]></category>

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		<description><![CDATA[As emissões mundiais de dióxido de carbono devem ter caído cerca de 2,8 por cento este ano devido à crise financeira, depois de terem registado uma alta de 2 por cento em 2008, apontou um relatório anual sobre a emissão de carbono.
O estudo, do Projecto Carbono Global e baseado em trabalhos e dados de agências [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=647&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">As emissões mundiais de dióxido de carbono devem ter caído cerca de 2,8 por cento este ano devido à crise financeira, depois de terem registado uma alta de 2 por cento em 2008, apontou um relatório anual sobre a emissão de carbono.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo, do Projecto Carbono Global e baseado em trabalhos e dados de agências governamentais e órgãos de pesquisa em todo o mundo, também mostra que as emissões de países em desenvolvimento continuam em alta, impulsionadas em boa parte pela procura do consumidor em países ricos.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&amp;id_news=421498">Diário Digital</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/647/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=647&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Expo Energia 2009: Solar térmico precisa de incentivos durante mais dois anos</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/11/18/expo-energia-2009-solar-termico-precisa-de-incentivos-durante-mais-dois-anos/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia Solar/Fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[Política Energética]]></category>
		<category><![CDATA[Apisolar]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar Térmica]]></category>
		<category><![CDATA[ExpoEnergia 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[«É obrigatório que o Programa Solar Térmico 2009, lançado pelo Governo em Março deste ano, continue durante mais um a dois anos», defende Carlos Campos, presidente da Associação Portuguesa da Indústria Solar (Apisolar).
O responsável considera que o fim dos incentivos ao solar térmico pode ditar a falência de muitas empresas e penalizar o crescimento do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=646&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">«É obrigatório que o Programa Solar Térmico 2009, lançado pelo Governo em Março deste ano, continue durante mais um a dois anos», defende Carlos Campos, presidente da Associação Portuguesa da Indústria Solar (Apisolar).</p>
<p style="text-align:justify;">O responsável considera que o fim dos incentivos ao solar térmico pode ditar a falência de muitas empresas e penalizar o crescimento do sector.</p>
<p style="text-align:justify;">Falando esta tarde na sessão dedicada ao tema “A actual panorâmica da energia solar em Portugal – desafios e oportunidades”, na Expo Energia 2009, que decorre até dia 19 no Taguspark, em Oeiras, Carlos Campos admitiu que os incentivos governamentais possam ser menores do que até então, mas que não poderão terminar.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem os subsídios do Governo ao solar térmico, «não será possível atingir as metas de produção de energia renovável previstas», sublinhou. Refira-se que o Programa Solar Térmico 2009 está previsto terminar no final deste ano, mas o Governo ainda não manifestou uma posição sobre a sua eventual continuidade. No entanto, o presidente da Apisolar espera que tal aconteça, de preferência, antes do Natal.</p>
<p><a href="http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8588">Ambiente Online</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/646/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=646&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Explorar energia no mar a partir do vento</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/11/17/explorar-energia-no-mar-a-partir-do-vento/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 11:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica offshore]]></category>

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		<description><![CDATA[O oceano representa o recurso mais extenso do planeta, que pode ser aproveitado em termos energéticos não apenas quando as ondas rebentam na costa. A exploração da energia eólica offshore, em alto mar, pode ser um importante contributo para o cumprimento das metas comunitárias de incorporação de fontes renováveis na produção e electricidade. Segundo a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=642&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><a href="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2009/11/winddec102007.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-643" title="winddec102007" src="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2009/11/winddec102007.jpg?w=150&#038;h=116" alt="" width="150" height="116" /></a>O oceano representa o recurso mais extenso do planeta, que pode ser aproveitado em termos energéticos não apenas quando as ondas rebentam na costa. A exploração da energia eólica offshore, em alto mar, pode ser um importante contributo para o cumprimento das metas comunitárias de incorporação de fontes renováveis na produção e electricidade. Segundo a Associação Europeia da Energia Eólica, o desenvolvimento de cerca de 5 por cento da área do Mar do Norte permitiria à energia eólica offshore abastecer quase um quarto das necessidades eléctricas da União Europeia. No entanto, há ainda vários obstáculos tecnológicos a ultrapassar.</p>
<p style="text-align:justify;">No caso de Portugal, «existe um potencial eólico tecnicamente sustentável entre 2500 MW e 3500 MW», garante Ana Estanqueiro, investigadora do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI). Mas este potencial depende da evolução tecnológica das fundações para profundidades entre 20 e 40 metros, devido à configuração da costa portuguesa. «O País não tem as melhores condições para a eólica offshore, porque a costa afunda abruptamente. Os parques têm de estar a 10 ou 15 Km da costa para não serem visíveis, e têm de ser colocados a profundidades com o máximo de 40 metros», explica António Vidigal, CEO da EDP Inovação.</p>
<p><a href="http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8579">Ambiente Online</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/642/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=642&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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			<media:title type="html">winddec102007</media:title>
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		<item>
		<title>Publicado Decreto-Lei 319/2009</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Política Energética]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[legislação energia]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Energéticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Decreto-Lei nº 319/2009 &#8211; Foi publicado em 3 de Novembro, o Decreto-Lei n.º 319/2009, que transpõe a Directiva n.º 2006/32/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de Abril, relativa à eficiência na utilização final de energia e aos serviços energéticos, que vem estabelecer a necessidade de criar condições para a promoção e desenvolvimento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=637&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><a href="//dre.pt/pdf1sdip/2009/11/21300/0832008329.pdf',%20'');">Decreto-Lei nº 319/2009</a> &#8211; Foi publicado em 3 de Novembro, o Decreto-Lei n.º 319/2009, que transpõe a Directiva n.º 2006/32/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de Abril, relativa à eficiência na utilização final de energia e aos serviços energéticos, que vem estabelecer a necessidade de criar condições para a promoção e desenvolvimento de um mercado dos serviços energéticos e para o desenvolvimento de medidas de melhoria da eficiência energética destinadas aos consumidores finais.<br />
Para além disso, contempla a prossecução de um objectivo global nacional indicativo de economias de energia de 9 % para 2016 e, ainda, a promoção de mecanismos, incentivos e quadros institucionais, financeiros e jurídicos necessáriospara ultrapassar os actuais constrangimentos e lacunas do mercado que impedem uma melhor eficiência na utilização final de energia através da penetração de equipamentos de baixo consumo e de medidas de racionalização do consumo de energia a adoptar pelos consumidores finais.<br />
Recorde-se que Portugal, no seu Plano de Nacional de Acção da Eficiência Energética, já estabeleceu um objectivo mais ambicioso que o da própia Directiva &#8211; 9,8% &#8211; anticipando para 2015, a meta para o atingir.</p>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
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		<title>Sistemas fotovoltaicos de fibra óptica</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia Solar/Fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar Fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[painéis fibra óptica]]></category>

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		<description><![CDATA[Investigadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, criaram um novo tipo de sistema fotovoltaico tridimensional que recorre à fibra óptica para arrecadar a luz solar.
Este dispositivo tem a vantagem de poder ser instalado em qualquer repartição de uma casa ou de um edifício.
A partir da fibra óptica comum, que é utilizada nas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=632&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-633" title="phpThumb_generated_thumbnailjpg" src="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2009/11/phpthumb_generated_thumbnailjpg.jpg?w=150&#038;h=112" alt="phpThumb_generated_thumbnailjpg" width="150" height="112" />Investigadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, criaram um novo tipo de sistema fotovoltaico tridimensional que recorre à fibra óptica para arrecadar a luz solar.</p>
<p style="text-align:justify;">Este dispositivo tem a vantagem de poder ser instalado em qualquer repartição de uma casa ou de um edifício.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir da fibra óptica comum, que é utilizada nas telecomunicações, foram criadas nano-estruturas de óxido de zinco na sua superfície, que formam uma ténue camada sobre a qual foram aplicados corantes fotoquímicos utilizados nas células solares orgânicas (DSC- Dye-sensitized Solar Cells).</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ao utilizarmos esta tecnologia, podemos criargeradores fotovoltaicos que são dobráveis, carregáveis e que podem ser camuflados nas construções&#8221; explica Zhong Lin Wang, um dos criadores das células solares 3-D.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste tipo de sistema, a fibra óptica capta a luz do Sol, conduzindo-a até às nanoestruturas que a convertem em electricidade, razão pela qual o gerador fotovoltaico não tem necessariamente de estar exposto ao sol.</p>
<p><a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=36859&amp;op=all">CiênciaHoje</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/632/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=632&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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		<title>Carros híbridos com carregamento na rede eléctrica testados em Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transportes Ecológicos]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos Eléctricos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Portugal, a França e o Reino Unido vão testar na estrada 150 novos modelos híbridos Toyota Prius da terceira geração que permitem o carregamento das baterias de iões de lítio através de um cabo com a tomada ligada à rede eléctrica.
A adesão de Portugal ao Projecto PHV (Plug-in Hybrid Vehicle) é assinalada amanhã em Vila [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=629&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2009/11/plug-1799.jpg?w=150&#038;h=99" alt="plug-1799" title="plug-1799" width="150" height="99" class="alignleft size-thumbnail wp-image-630" />
<p style="text-align:justify;">Portugal, a França e o Reino Unido vão testar na estrada 150 novos modelos híbridos Toyota Prius da terceira geração que permitem o carregamento das baterias de iões de lítio através de um cabo com a tomada ligada à rede eléctrica.</p>
<p style="text-align:justify;">A adesão de Portugal ao Projecto PHV (Plug-in Hybrid Vehicle) é assinalada amanhã em Vila Nova de Gaia com a assinatura de uma parceria tecnológica entre a Toyota e a Galp Energia, e envolve a experimentação de 500 automóveis em todo o Mundo: 200 no Japão, 150 nos EUA e 150 na Europa.</p>
<p style="text-align:justify;">A Galp Energia foi escolhida pela Toyota devido ao seu programa Galp Share (programa online de partilha do automóvel), que promove a mobilidade sustentável, e por ter sido a empresa pioneira no nosso país no desenvolvimento do primeiro posto de carregamento rápido de automóveis eléctricos.</p>
<p style="text-align:justify;">A tecnologia híbrida plug-in utiliza em simultâneo a gasolina (ou gasóleo) e a electricidade na locomoção dos automóveis característica dos chamados puros híbridos, mas com a optimização das baterias através do carregamento directo na rede eléctrica.</p>
<p style="text-align:justify;">No fundo, &#8220;é uma tecnologia inovadora que alia as vantagens da locomoção 100% eléctrica e zero emissões com a flexibilidade e autonomia das viaturas híbridas&#8221;, afirma um comunicado conjunto da Toyota Caetano Portugal e da Galp Energia.</p>
<p style="text-align:justify;">A parceria tecnológica será assinada na sede do Grupo Salvador Caetano pelo presidente da Toyota Europa, Tadashi Arashima, e pelo administrador executivo da Galp Energia, Carlos Gomes da Silva.</p>
<p style="text-align:justify;">No passado mês de Junho, Masatami Takimoto, vice-presidente executivo da Toyota, falou pela primeira vez neste projecto a um grupo de media europeus (entre os quais o Expresso) numa conferência em Nagoya, no Japão, onde reconheceu que &#8220;a comercialização de automóveis totalmente eléctricos em larga escala só será possível com o desenvolvimento de uma nova geração de baterias que exceda em muito o desempenho da baterias de iões de lítio actuais&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Em todo o caso, Takimoto revelou que &#8220;os veículos híbridos plug-in do futuro poderão usar biocombustíveis e energia solar fotovoltaica, permitindo então concretizar o sonho da mobilidade totalmente livre de emissões de CO2&#8243;.</p>
<p><a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&amp;op=view&amp;fokey=ex.stories/546799">Expresso </a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/629/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=629&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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		<media:content url="http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2009/11/plug-1799.jpg?w=150" medium="image">
			<media:title type="html">plug-1799</media:title>
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		<title>África sonha com «grande muralha verde» para travar Saara</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 14:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Práticas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[muralha verde Saara]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma «grande muralha verde», que se estenderia do Senegal até Djibuti para travar o avanço do Saara, é o grande sonho de África, que deseja impulsionar o projecto &#8211; parado há quatro anos &#8211; durante a conferência mundial do clima em Dezembro, em Copenhaga.
«África não irá com as mãos vazias para a cimeira de Copenhaga. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=625&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Uma «grande muralha verde», que se estenderia do Senegal até Djibuti para travar o avanço do Saara, é o grande sonho de África, que deseja impulsionar o projecto &#8211; parado há quatro anos &#8211; durante a conferência mundial do clima em Dezembro, em Copenhaga.</p>
<p style="text-align:justify;">«África não irá com as mãos vazias para a cimeira de Copenhaga. O projecto da «Grande Muralha Verde» será apresentado pelo presidente Abdulaye Wade», informou o ministro do Ambiente senegalês, Djibo Ka.</p>
<p style="text-align:justify;">O projecto, no entanto, enfrenta o seu maior obstáculo que é o financiamento.</p>
<p style="text-align:justify;">A ideia de criar uma barreira de vegetação e bacias de retenção para acumular a água da chuva de 7.000 km de extensão e 15 km de largura foi lançada pelo ex-presidente nigeriano Olusegun Obasanjo em 2005 e posteriormente retomada pelo seu homólogo senegalês.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), as florestas da zona saariana desaparecem a um ritmo preocupante de dois milhões de hectares por ano.</p>
<p style="text-align:justify;">O aquecimento do planeta só acentuará o fenómeno, levando, além disso, a importantes migrações de populações em países já pobres e instáveis.</p>
<p>Dos 11 países associados ao ambicioso projecto, o Senegal é o mais activo, apesar das suas realizações serem modestas, pois apenas 10 km de «muralha verde» foram plantadas nos últimos dois anos, como reconheceu o ministro do Ambiente.
</p>
<p><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&amp;id_news=420632">Diario Digital</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/625/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=625&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Indefinição na zona piloto atrasa exploração da energia das ondas</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/11/11/indefinicao-na-zona-piloto-atrasa-exploracao-da-energia-das-ondas/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia dos Oceanos]]></category>

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		<description><![CDATA[A energia das ondas faz parte da estratégia nacional para satisfazer as necessidades energéticas do País, mas Portugal está ainda longe de cumprir os objectivos a que se propôs. De acordo com a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), estavam instalados em Agosto 4,2 MW, mas ainda sem produção de energia. Ora, tendo em conta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=624&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A energia das ondas faz parte da estratégia nacional para satisfazer as necessidades energéticas do País, mas Portugal está ainda longe de cumprir os objectivos a que se propôs. De acordo com a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), estavam instalados em Agosto 4,2 MW, mas ainda sem produção de energia. Ora, tendo em conta que os objectivos do Governo passam por atingir os 200 MW de potência instalada, há ainda um longo caminho a percorrer.</p>
<p>«Provavelmente a indefinição na zona-piloto [ZP] portuguesa &#8211; ao largo da costa de Peniche &#8211; irá provocar atrasos na exploração da energia das ondas em Portugal», afirma António Falcão, docente do Instituto Superior Técnico (IST), ao AmbienteOnline. Esta indefinição, que «não tem contribuído para encorajar os investimentos», refere, arrasta-se desde o ano passado, quando, com base no Decreto-Lei 5/2008, de 8 de Janeiro, o Governo decidiu concessionar à empresa Redes Energéticas Nacionais (REN) a exploração da ZP. O problema é que «o projecto de concessão ainda não está assinado», lamenta António Sá da Costa, presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren).</p>
<p>Na altura, Sá da Costa alertou para a necessidade de a ZP não se confinar para lá da batimétrica de 30 metros de profundidade, uma vez que algumas tecnologias em estudo não podem ter mais de 10, 12 ou 15 metros de profundidade, ficando assim fora da zona definida. «Não foi aberta uma excepção para essas tecnologias. Foi uma solução coxa», denuncia o presidente da Apren, sublinhando que o País continua a ter «muita dificuldade em concretizar e planear as coisas».</p>
<p><a href="http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8570">Ambiente Online</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/624/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=624&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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		<item>
		<title>CE: Novo site informa sobre emissões industriais de poluentes</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/11/10/ce-novo-site-informa-sobre-emissoes-industriais-de-poluentes/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:03:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emissões de Carbono]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Europeia lançou hoje um endereço na Internet que permite que qualquer cidadão europeu saiba que substâncias poluentes são emitidas por indústrias instaladas na sua região.
O site http://prtr.ec.europa.eu/, lançado com a Agência Europeia para o Ambiente, abarca mais de 24 mil instalações industriais de 65 sectores de produção e inclui 91 substâncias.
Para já, estão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=623&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">A Comissão Europeia lançou hoje um endereço na Internet que permite que qualquer cidadão europeu saiba que substâncias poluentes são emitidas por indústrias instaladas na sua região.</p>
<p style="text-align:justify;">O site <a href="http://prtr.ec.europa.eu/">http://prtr.ec.europa.eu/</a>, lançado com a Agência Europeia para o Ambiente, abarca mais de 24 mil instalações industriais de 65 sectores de produção e inclui 91 substâncias.</p>
<p style="text-align:justify;">Para já, estão disponíveis dados relativos a 2007, mas a informação será actualizada anualmente, em Abril.</p>
<p style="text-align:justify;">O site tem informação sobre emissões de poluentes no ar, solo e água.</p>
<p style="text-align:justify;">Por exemplo, na região de Lisboa o principal poluente emitido em 2007 foi o gás metano (CH4), que provém de aterros sanitários &#8211; Setúbal (668 t) e Mato da Cruz (2.010 t) &#8211; e centros de tratamento de resíduos sólidos &#8211; Trajouce (3.140 t), Palmela (2.640 t) e Seixal (1.940 t), num total de 10.398 toneladas.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&amp;id_news=420050">Diário Digital</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/623/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=623&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Alstom anuncia maior instalação mundial de captação de CO2</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/11/01/alstom-anuncia-maior-instalacao-mundial-de-captacao-de-co2/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emissões de Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[captação de CO2]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo industrial francês Alstom apresentou, nos Estados Unidos da América, a maior instalação de captação de dióxido de carbono (C02) do mundo, integrada numa central eléctrica de carvão.
Esta instalação, que entrou em funcionamento a 01 de Setembro em New Haven, Virgínia Ocidental, foi concebida para capturar cem mil toneladas de dióxido de carbono por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=621&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O grupo industrial francês Alstom apresentou, nos Estados Unidos da América, a maior instalação de captação de dióxido de carbono (C02) do mundo, integrada numa central eléctrica de carvão.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta instalação, que entrou em funcionamento a 01 de Setembro em New Haven, Virgínia Ocidental, foi concebida para capturar cem mil toneladas de dióxido de carbono por ano, que são armazenadas em formações geológicas a 2.100 metros de profundidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta unidade de captação de dióxido de carbono absorve parte das emissões da central Mountaineer, explorada pela American Electric Power, cuja capacidade é de cem mil megawatts.</p>
<p><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&amp;id_news=418498">Diário Digital</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/621/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=621&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Portugal não cumpre meta do PNAEE</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/10/23/portugal-nao-cumpre-meta-do-pnaee/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política Energética]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugal não cumpriu a meta estabelecida no Plano Nacional de Acção para Eficiência Energética (PNAEE) de reduzir o consumo energético em cerca de um por cento anualmente. Em 2008, o País só conseguiu poupar 119 mil tep, ou seja, ficou abaixo dos 160 mil tep que a meta exige.
«A eficiência energética não é linear. Há [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=618&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Portugal não cumpriu a meta estabelecida no Plano Nacional de Acção para Eficiência Energética (PNAEE) de reduzir o consumo energético em cerca de um por cento anualmente. Em 2008, o País só conseguiu poupar 119 mil tep, ou seja, ficou abaixo dos 160 mil tep que a meta exige.</p>
<p style="text-align:justify;">«A eficiência energética não é linear. Há vários factores que interferem na entrada em vigor das medidas enunciadas num plano desta índole. Até porque se uma medida ainda não está em vigor acaba por ser compensada por outra», justifica ao jornal Água&amp;Ambiente Alexandre Fernandes, director-geral da Adene – Agência para a Energia, entidade que coordena o PNAEE.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o atraso no cumprimento do PNAEE não se fica por aqui. O documento que faz a análise da execução do plano, no final de 2008, revela que a taxa de execução do PNAEE está nos 6,6 por cento. Isto significa que até 2015 – horizonte do plano – a execução deste plano terá de ter uma média anual de cerca de 13,2 por cento, portanto, o dobro do registado em 2008.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre as medidas que menos contribuíram para este cômputo estão os programas afectos à mobilidade urbana e ao Estado. No sector dos transportes, os programas mobilidade urbana e sistema de eficiência energética para os transportes &#8211; que inclui, por exemplo, a criação de planos de mobilidade urbana para capitais de distrito e centros empresariais; ou a transferência modal de cinco por cento do transporte individual para colectivo – ainda não arrancaram.</p>
<p style="text-align:justify;">Do lado comportamental, o Programa &#8220;Mais&#8221; também ainda não viu a luz do dia. Este prevê, por exemplo, o lançamento do Prémio Mais Eficiência para empresas, edifícios, escolas, entre outras; e a criação do selo ou credenciação Mais Eficiência Energética para identificar boas práticas nas vertentes casa, autarquia, empresa, escola e equipamentos.</p>
<p style="text-align:justify;">No capítulo do investimento e financiamento, o Fundo de Eficiência Energética também ficou pelo caminho. De acordo com Alexandre Fernandes, o despacho ministerial que cria este fundo ainda está em apreciação na tutela, pelo que só deverá avançar na próxima legislatura.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8504">Ambiente Online</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/618/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=618&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Estudo: Biocombustíveis fazem aumentar emissões de CO2</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/10/23/estudo-biocombustiveis-fazem-aumentar-emissoes-de-co2/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos, Estudos e Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Os biocombustíveis não são referenciados no Protocolo de Quioto ou em outros documentos legislativos sobre o clima, apesar de contribuírem para a emissão de gases com efeito de estufa ao encorajarem nomeadamente a desflorestação, segundo um novo estudo científico.
Nenhuma grande potência contabiliza actualmente as emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes do uso de culturas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=616&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Os biocombustíveis não são referenciados no Protocolo de Quioto ou em outros documentos legislativos sobre o clima, apesar de contribuírem para a emissão de gases com efeito de estufa ao encorajarem nomeadamente a desflorestação, segundo um novo estudo científico.</p>
<p style="text-align:justify;">Nenhuma grande potência contabiliza actualmente as emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes do uso de culturas associadas à produção de biocombustíveis, destinados a reduzir as emissões derivadas das energias fósseis, de acordo com um relatório de um grupo de investigadores, que será publicado amanhã na revista norte-americana Science.</p>
<p style="text-align:justify;">O Protocolo de Quioto, acordado em 1997 mas que entrou em vigor apenas em 2005, o mercado de direitos de emissão de carbono da União Europeia (UE) e o projecto-lei sobre o clima aprovado este Verão pela Câmara de Representantes norte-americana isentam as emissões de CO2 provenientes da produção de biocombustíveis e de biomassa, explica o mesmo estudo.</p>
<p style="text-align:justify;">O modelo informático utilizado pelos investigadores, que integra um conjunto de variáveis, mostra que &#8220;os diferentes modos de utilização de terras no âmbito dos programas intensivos para produzir biocombustíveis podem desencadear importantes emissões de CO2&#8243;, explica o principal autor do estudo, Jerry Melillo, do Laboratório Biológico e Marinho, um organismo de investigação privado sem fins lucrativos.</p>
<p><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&amp;id_news=417067&amp;page=0">Diário Digital</a></p>
<p><a href="http://www.scienceonline.org/cgi/content/abstract/1180251v1">ScienceOnline </a>(Abstract)</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/616/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=616&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Renováveis na Hora &#8211; Novas regras</title>
		<link>http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2009/10/12/renovaveis-na-hora-novas-regras/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 10:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Renováveis na Hora]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheçam as novas regras de registo no SRM em www.renovaveisnahora.pt e consultem a nova edição do Guia para certificação de uma Unidade de Microprodução, nomedamente o Capítulo 5.
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=612&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Conheçam as novas regras de registo no SRM em <a href="http://www.renovaveisnahora.pt/entrada">www.renovaveisnahora.pt</a> e consultem a nova edição do <a href="http://www.renovaveisnahora.pt/guiamicroproducao">Guia para certificação de uma Unidade de Microprodução</a>, nomedamente o Capítulo 5.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/energiasrenovaveis.wordpress.com/612/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=energiasrenovaveis.wordpress.com&blog=1298121&post=612&subd=energiasrenovaveis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ocasionalidades</media:title>
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