Programa Renováveis na Hora ainda suscita críticas

Este é o segundo ano em que o Programa Renováveis na Hora está em funcionamento. Ainda assim, as críticas ao seu funcionamento continuam a fazer-se ouvir. «Isto é um negócio. Há muitos milhões de euros envolvidos. É difícil uma empresa fazer um planeamento em função dos períodos de registo», criticou hoje João Papa, da empresa De Viris, durante a iniciativa “Café com energia RPA”, organizada pela sociedade de advogados Rui Pena, Arnaut & Associados, e que foi dedicada ao tema da microgeração.

«A legislação actual sobre a microgeração é boa. O processo de estarmos todos a fazer o registo à mesma hora é que é arcaico», frisou Miguel Matias, CEO da Self Energy, no decorrer da mesma iniciativa. Para contornar este problema, por exemplo, poderia ser feito um pré-registo, até com um custo associado, para «seleccionar os verdadeiros interessados», diz.

Este é um dos problemas que afectam o sector do fotovoltaico, mas não é o único. A falta de mercado é outra das lacunas apontadas. Em Portugal, ao nível do fotovoltaico, existe a microgeração e os pequenos projectos. «Faltam projectos de média dimensão», apontou Joaquim Frazão, CEO da Gosolar.

Ambiente Online

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