Eficiência energética: Lisboa quer poupar 2 M€ até 2013

A Câmara de Lisboa faz hoje o balanço de um ano da Estratégia Energético-Ambiental que definiu para a capital e apresenta novas medidas que, na área da eficiência energética, permitirão poupar cerca de dois milhões de euros. Só com as novas medidas que a autarquia prevê lançar ao nível da iluminação pública e dos semáforos a autarquia prevê evitar a emissão de mais de oito mil toneladas de CO2 todos os anos. Numa conferência nos Paços do Concelho, que contará com a participação do presidente da autarquia, dos vereadores do Ambiente, Sá Fernandes, e da Mobilidade, Nunes da Silva, além do presidente da Lisboa E-Nova, serão apresentadas novas medidas nas áreas da recolha selectiva e limpeza urbana, redução do consumo de energias primárias e estrutura ecológica, com a criação de mais corredores verdes. Na área da mobilidade a aposta vai para as zonas onde a velocidade é limitada a 30 quilómetros por hora, um conceito já em prática na capital, e para a aplicação de um tarifário diferenciado nos parques de estacionamento da EMEL para desincentivar o uso do automóvel no centro da cidade. Será igualmente abordado o plano para redução do trânsito de atravessamento na Avenida da Liberdade para diminuir os níveis de poluição encontrados naquela zona da capital. Esta iniciativa surge como a resposta de Lisboa às negociações conseguidas em Copenhaga, na Cimeira do clima, que terminou no final da semana passada. A Estratégia Energético-Ambiental para Lisboa foi aprovada em 2008 e, na altura, definia como metas, entre outras matérias, a redução em 8,9 por cento do consumo de energia primária (relativamente a 2002) e da média anual de 1,85 por cento, através de uma actuação prioritária no sector dos edifícios e transportes rodoviários. Contudo, a Câmara Municipal definiu para si própria metas mais ambiciosas, com uma redução anual de consumo de energia na ordem dos 1,95 por cento para conseguir uma diminuição global de 9,4 por cento até 2013. No consumo de água a redução definida é de 7,8 por cento relativamente a 2004 e nas perdas uma diminuição de 15,6 por cento. No sector dos materiais, a recolha selectiva, que em 2006 representava 0,15 tonelada/habitante deverá atingir as 0,19 toneladas/habitante em 2013, ou seja, um aumento de 29 por cento.

Diário Digital / Lusa

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