Manifesto afirma que eólica e fotovoltaica são mais caras

Um manifesto assinado por mais de 30 personalidades alerta para o encarecimento da electricidade e afirma que as famílias pagarão mais pelas energias eólica e fotovoltaica do que pela electricidade gerada por fontes tradicionais.
Entre os pontos do manifesto tratado na edição do jornal Público desta quinta-feira, sublinha-se que a política de apoio à energia eólica e fotovoltaica “conduzirá a um aumento brutal do preço da electricidade para os consumidores”, uma previsão que tem alimentado debates na União Europeia e nos EUA, nos últimos meses, sendo sobretudo impulsionados pelos sectores mais críticos à expansão das energias renováveis.

O ex-ministro das Finanças, Luís Campos e Cunha, está contra o encarecimento da electricidade e o peso que representa para as famílias; o economista João Duque, presidente do ISEG, está preocupado com a “dívida pública encoberta que é o défice tarifário”. São ambos subscritores do manifesto contra a política energética do Governo e ontem foram dois dos 16 subscritores que assistiram ao seu lançamento na quarta-feira.

Um manifesto assinado por mais de 30 personalidades alerta para o encarecimento da electricidade e afirma que as famílias pagarão mais pelas energias eólica e fotovoltaica do que pela electricidade gerada por fontes tradicionais.
Entre os pontos do manifesto tratado na edição do jornal Público desta quinta-feira, sublinha-se que a política de apoio à energia eólica e fotovoltaica “conduzirá a um aumento brutal do preço da electricidade para os consumidores”, uma previsão que tem alimentado debates na União Europeia e nos EUA, nos últimos meses, sendo sobretudo impulsionados pelos sectores mais críticos à expansão das energias renováveis.

O ex-ministro das Finanças, Luís Campos e Cunha, está contra o encarecimento da electricidade e o peso que representa para as famílias; o economista João Duque, presidente do ISEG, está preocupado com a “dívida pública encoberta que é o défice tarifário”. São ambos subscritores do manifesto contra a política energética do Governo e ontem foram dois dos 16 subscritores que assistiram ao seu lançamento na quarta-feira.

Em resposta, a Apren – Associação Portuguesa de Energias Renováveis defendeu que o manifesto contra a política energética do Governo é “falso” em três pontos e “ignora os aspectos positivos sem oferecer alternativa”. São falsos, para a associação, os valores da diferença do preço da electricidade de origem eólica em relação ao mercado, o cálculo do contributo das energias renováveis para a redução da dependência e a sua responsabilidade pelo défice tarifário.

Dinheiro Digital

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